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Agronegócio

Cooxupé realiza a feira do Cerrado 2024 com foco em sustentabilidade

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A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) projeta que até 2050 a população mundial alcançará 9.7 bilhões de pessoas, elevando a demanda por alimentos em 60%.

Esse aumento representa um desafio significativo, especialmente diante dos recursos limitados disponíveis. Nesse contexto, o desenvolvimento sustentável tem sido um foco para diversas organizações, visando um crescimento econômico duradouro. No setor do agronegócio, a eficiência e a preservação ambiental são fundamentais.

Pensando nessas questões os organizadores da Feira do Cerrado 2024, escolheram como tema “Cooperativismo: Construindo o Futuro Sustentável das Gerações”. Promovido pela Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cooxupé), o evento será realizado nos dias 7 e 8 de fevereiro, em Monte Carmelo, Minas Gerais, e promete ser um ponto de encontro crucial para produtores e profissionais do setor.

A feira contará com a presença de 64 expositores, abrangendo uma área de 50 mil metros quadrados, sendo 11 mil metros quadrados de área coberta. Espera-se atrair mais de quatro mil visitantes durante os dois dias. Os participantes terão a oportunidade de conhecer as últimas inovações e tecnologias para o campo, além de poderem realizar negócios.

Este evento se destaca como uma vitrine para máquinas, implementos e insumos agrícolas, focando especialmente nas propriedades cafeeiras.

A Feira do Cerrado 2024 visa oferecer uma experiência enriquecedora para os cooperados, com ênfase na produtividade e sustentabilidade no campo. Este encontro é uma oportunidade para discutir soluções e estratégias frente aos desafios impostos pelo crescimento populacional e a necessidade de uma produção alimentícia mais eficiente e sustentável.

SERVIÇO

Feira do Cerrado 2024

Tema: “Cooperativismo: Construindo o Futuro Sustentável das Gerações”
Quando: Dias 7 e 8 de fevereiro
Onde: Núcleo de Monte Carmelo/MG
Endereço: Rodovia MG 190, Km 3, s/nº

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Pequenos produtores ampliam presença no mercado internacional

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O comércio exterior deixou de ser uma realidade exclusiva das grandes tradings e cooperativas para se tornar uma oportunidade cada vez mais concreta para pequenos negócios ligados ao agronegócio brasileiro.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que 877 microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte do setor exportaram seus produtos em 2025, um crescimento de 154,9% em comparação com 2015.

Mais expressivo ainda foi o avanço da receita gerada por esses negócios. Em dez anos, o faturamento das exportações quintuplicou, passando de R$ 583 milhões para R$ 2,9 bilhões, um crescimento de 402%. Os números revelam uma mudança importante no perfil do comércio exterior brasileiro e demonstram que produtores de menor porte estão encontrando espaço em mercados cada vez mais exigentes ao redor do mundo.

O avanço é resultado de uma combinação de fatores, entre eles a busca internacional por alimentos diferenciados, a organização dos produtores em cooperativas, o acesso a certificações de qualidade, a profissionalização da gestão rural e a abertura de novos mercados para produtos com identidade regional. Hoje, cafés especiais, mel, frutas, castanhas, erva-mate, pescados, queijos artesanais e diversos outros produtos oriundos de pequenas propriedades já chegam a consumidores na Europa, Ásia, Oriente Médio e América do Norte.

O crescimento também mostra que exportar deixou de ser apenas uma estratégia para grandes volumes. Em muitos casos, o diferencial competitivo está justamente na qualidade, na rastreabilidade, na sustentabilidade e na história por trás do produto. É o caso de pequenos cafeicultores de Minas Gerais e Espírito Santo, produtores de mel do Sul do país, fruticultores do Nordeste e agroindústrias familiares que agregam valor à produção antes de comercializá-la.

Segundo dados do governo federal, os pequenos negócios já representam mais da metade das empresas exportadoras do agronegócio brasileiro. Embora ainda respondam por uma parcela menor do valor total exportado quando comparados aos grandes grupos, sua participação cresce ano após ano e demonstra o potencial de inclusão produtiva e geração de renda no campo.

A expansão das exportações de pequenos produtores também fortalece economias regionais, estimula investimentos em tecnologia e incentiva a sucessão familiar nas propriedades rurais. Em um cenário de crescente demanda global por alimentos, o mercado internacional passa a ser visto não apenas como uma oportunidade de negócios, mas como um caminho para aumentar a rentabilidade e reduzir a dependência exclusiva do consumo interno.

Os números mostram que a internacionalização do agro brasileiro não está acontecendo apenas nas grandes fazendas ou nas multinacionais do setor. Ela também avança dentro das pequenas propriedades, onde produtores encontram novas oportunidades para transformar qualidade, tradição e inovação em renda e desenvolvimento.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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