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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros reforça importância de adotar medidas preventivas durante período de chuvas

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) reforça a importância de adotar medidas preventivas para evitar acidentes e proteger a população, especialmente diante do aumento significativo de ocorrências, como quedas de árvores, inundações e riscos de desabamentos, que a temporada de chuvas traz.

O diretor adjunto da Diretoria Operacional do CBMMT, tenente-coronel Rafael Ribeiro Marcondes, destaca que, durante este período, é essencial redobrar a atenção e adotar uma postura preventiva.

“A segurança da população é nossa prioridade. Durante este período de chuvas, é fundamental que todos estejam atentos aos riscos e preparados para agir de maneira rápida e eficaz. Por isso, a informação e o preparo são essenciais”, afirma o tenente-coronel.

Ele orienta que ações simples, como monitorar a previsão do tempo e manter bueiros e calhas limpos, podem minimizar os riscos de alagamentos, garantindo que a água escoe adequadamente. Além disso, realizar inspeções em telhados, paredes e fundações ajuda a identificar possíveis fragilidades que possam ser agravadas pelas chuvas.

A segurança dos animais de estimação também é uma preocupação destacada pelo bombeiro militar. Ele orienta os proprietários a manterem seus pets em locais seguros durante tempestades.

“Manter os animais de estimação em locais seguros, longe de áreas de risco, é indispensável para assegurar a proteção deles e a tranquilidade de seus tutores”, explica.


Além disso, ele alerta sobre os perigos de permanecer em piscinas ou lagos durante tempestades, devido ao risco de raios. Em caso de chuvas fortes, é recomendável buscar abrigo dentro de casa e desconectar aparelhos elétricos para evitar curtos-circuitos.

Para aqueles que precisam sair de casa durante as chuvas, o tenente-coronel orienta que se evitem áreas alagadas, pois o risco de quedas em buracos ou bueiros é elevado. O ideal é procurar abrigo em locais cobertos e evitar ficar embaixo de árvores ou estruturas metálicas, que podem ser derrubadas pelo vento ou atingidas por raios.

Cuidados para motoristas e motociclistas

Para motoristas e motociclistas, a orientação é evitar estacionar veículos em locais próximos ou embaixo de árvores, prevenindo danos em caso de queda de galhos ou árvores inteiras. Caso seja necessário dirigir sob forte chuva, a recomendação é manter a calma e permanecer dentro do veículo, que oferece proteção contra raios.

Outro aspecto a ser considerado é a atenção com fios caídos na via pública que podem estar energizados. Em situações em que cabos partidos toquem o solo ou veículos, é essencial isolar a área e manter distância.

Além disso, é essencial redobrar a atenção ao dirigir e pilotar, pois o acúmulo de sujeira, fuligem, óleo e outros resíduos na pista torna o asfalto mais escorregadio, aumentando o risco de quedas de motociclistas e colisões entre veículos. Por isso, é importante dirigir com cautela, reduzir a velocidade e aumentar a distância do veículo à frente.

Motociclistas devem sempre usar capacete, enquanto motoristas e passageiros devem usar cinto de segurança, e crianças devem estar adequadamente acomodadas em cadeirinhas e assentos de carro.


Ações após chuvas intensas

Após chuvas intensas e ventos fortes, há um risco considerável de queda de árvores em vias públicas, sobre casas e veículos. Nesses casos, o tenente-coronel recomenda que a população acione as equipes do Corpo de Bombeiros Militar para realizar a retirada de forma segura.

Para solicitar uma avaliação de risco ou o corte emergencial de árvores em locais públicos ou privados, é necessário entrar em contato com o número de emergência 193, informando a situação e solicitando o atendimento.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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