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MATO GROSSO

Corregedoria Participativa chega a São Félix do Araguaia, Porto Alegre do Norte e Vila Rica

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As comarcas de São Félix do Araguaia (1.149 km de Cuiabá), Porto Alegre do Norte (1.031 km de Cuiabá) e Vila Rica (1.266 km de Cuiabá) são as próximas a receberem a visita do Programa Corregedoria Participativa entre os dias 21 e 24 de outubro. A comitiva é liderada pelo corregedor, desembargador Juvenal Pereira da Silva, e visitará as unidades judiciais das três comarcas.
 
O corregedor eleito, desembargador José Luiz Leite Lindote, também integrará a comitiva, participando pela primeira vez do programa. “É uma satisfação tê-lo conosco nesta missão, que visa aproximar o Poder Judiciário da sociedade. É um momento valioso em que ouvimos as demandas, desafios e sugestões para melhorar a prestação jurisdicional”, destacou o corregedor Juvenal Pereira.
 
O Programa Corregedoria Participativa tem o objetivo de estreitar os laços entre o Poder Judiciário e a sociedade, promovendo o diálogo com todos os segmentos que compõem ou utilizam o Judiciário Estadual. Prefeitos, secretários municipais, partes interessadas, sociedade civil, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Defensoria Pública, magistrados e servidores estão convidados a participar desse momento.
 
Além das visitas, a programação inclui debates, treinamentos e escuta ativa. Paralelamente, são realizadas correições presenciais nas unidades judiciais, conforme determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Desde o início da gestão do corregedor Juvenal Pereira, 73 comarcas já foram visitadas e 266 unidades judiciais passaram por correição, com o auxílio de juízes auxiliares e cooperados. A meta é visitar todas as 79 comarcas do Estado até o final da gestão.
 
“Seguimos realizando as correições com números expressivos, visando finalizar a gestão com 100% das unidades visitadas. Ao mesmo tempo, trocamos conhecimentos, discutimos boas práticas e metas, sempre pensando no aperfeiçoamento dos serviços do Poder Judiciário para a população”, afirmou o juiz auxiliar da CGJ-TJMT, Emerson Cajango. 
 
A comitiva também conta com a presença da juíza auxiliar da Corregedoria, Cristiane Padim, que auxilia o corregedor nas visitas e tem, entre suas atribuições, ações relacionadas à mediação e solução consensual de conflitos, socioeducativo, juizados especiais e o cumprimento das metas 3 e 1 do CNJ. “Seguimos trabalhando com o propósito de fortalecer os vínculos com a comunidade local, fomentando a transparência, a resolução de conflitos e a participação cidadã nas atividades judiciais”, ressaltou a magistrada.
 
Programação
Segunda-feira (21 de outubro) – São Félix do Araguaia
Terça-feira (22 de outubro) – Porto Alegre do Norte
Quarta-feira (23 de outubro) – Vila Rica
Quinta-feira (24 de outubro) – Vila Rica
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto 1: Corregedor Juvenal Pereira da Silva está em pé, e sorri para o público que está sentado em um auditório. Ele veste um terno azul-escuro, camisa clara e usa óculos de grau. Ele segura o microfone com a mão direita. Ao fundo, projetada na parede, a logo da CGJ-TJMT com a uma bússola.
 
Gabriele Schimanoski/ Foto: Alair Ribeiro
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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