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MATO GROSSO

Corregedoria Participativa: desembargador Juvenal se reúne com alunos de Direito em Sorriso

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Durante a passagem do Programa Corregedoria Participativa pela comarca de Sorriso (distante 500 km ao norte de Cuiabá), o corregedor-geral, desembargador Juvenal Pereira da Silva, teve a oportunidade de participar de um bate-papo descontraído com estudante do Direito.
 
No encontro com acadêmicos da Faculdade Anhanguera do Polo de Sorriso, o corregedor falou sobre o funcionamento do Poder Judiciário, as atribuições de uma Corregedoria da Justiça e também sobre a carreira da magistratura.
 
O corregedor destacou que à Corregedoria compete receber reclamações e denúncias fundamentadas relativas aos magistrados e que também é dever fiscalizar, controlar e orientar os trabalhos em cada unidade judicial. “Minha intenção aqui nesta Comarca e nas demais que serão visitadas é orientar, abrir espaço, aglutinar ideais, e dialogar com todos, inclusive com vocês, jovens, que são o futuro da nossa nação”, disse.
 
Para o diretor do Foro de Sorriso, juiz Érico de Almeida Duarte, esse foi um momento enriquecedor em meio aos jovens que sonham um dia em ingressar na magistratura ou em outras atividades no Judiciário. “Ter esse contato direto com um Corregedor da Justiça é sem dúvida uma experiência única que esses alunos vão levar para toda vida”, disse.
 
Para a estudante do 9º semestre do curso de Direito, Ana Paula Raimundo de Azevedo, foi uma grata surpresa a visita do corregedor. “Ele trouxe para nós um conteúdo que não é abordado diariamente nos bancos da faculdade”, disse.
 
Quem também acompanhou o bate-papo e aproveitou para tirar dúvidas foi a estudante Gabrielly Rodrigues. “Eu gostei bastante dessa troca. O corregedor é um homem acessível e humilde, compartilhou conhecimento e nos aconselhou”, disse.
 
A coordenadora do curso de Direito da Faculdade Anhanguera, Miralda Rabelo, disse que esta foi uma oportunidade única para os alunos que estão próximos a ingressar em carreiras jurídicas. “Estar frente a frente com o corregedor e poder dialogar sobre o futuro do Judiciário é de grande valia. Ouvir a história de vida dele e ver que com humildade podemos chegar longe é um dos bons exemplos que esses alunos vão levar para o futuro”, destacou.
 
No encerramento do encontro o corregedor convidou os alunos para fazer uma visita ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso. “Espero recebê-los em breve na sede do Poder Judiciário de Mato Grosso. Os colegas costumam falar que estamos de portas abertas para toda a população. Já, eu, costumo dizer que mandei arrancar as portas. Todos são muito bem-vindos”, finalizou.
 
O juiz auxiliar da CGJ-MT, Emerson Luís Pereira Cajango, também participou do encontro.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: foto horizontal colorida. O corregedor está em pé, ao centro, rodeado pelos alunos da faculdade de Direito.
 
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MATO GROSSO

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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