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CPMI de 8 de janeiro aprova convocação de Torres, Cid e Braga Netto

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Mesa da CPMI que investiga ataques de 8 de janeiro
Reprodução: TV Senado – 13/06/2023

Mesa da CPMI que investiga ataques de 8 de janeiro

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro aprovou nesta terça-feira (13) a convocação dos ex-ministros Anderson Torres (Justiça), Walter Braga Netto (Casa Civil) e do ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, Mauro Cid , para explicar a participação os ataques aos Três Poderes. Ainda não há data para as oitivas.

A CPMI ainda aprovou a convocação do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no governo Bolsonaro, general Augusto Heleno.

Veja a lista dos convocados:

  • Anderson Torres, ex-secretário de Segurança Pública do DF e ex-ministro da Justiça;

  • Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro;

  • Braga Netto, ex-ministro da Defesa e ex-candidato a vice-presidente;

  • Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do GSI;

  • Elcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde;

  • Fábio Augusto Vieira, ex-comandante da Polícia Militar do DF;

  • Jorge Naime, ex-comandante de Operações Polícia Militar do DF;

  • Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF);

  • Robson Cândido, delegado-geral da Polícia Civil do DF;

  • George Washington de Oliveira Sousa, Alan Diego dos Santos e Wellington Macedo de Souza, suspeitos de armar uma explosão no Aeroporto de Brasília.

Os deputados e senadores querem investigar a participação dos ex-ministros de Bolsonaro nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O principal alvo será Anderson Torres, que ocupava o cargo de secretário da Segurança Pública do Distrito Federal no dia dos ataques.

A comissão ainda negou a convocação do ex-ministro do GSI Gonçalves Dias, que estava no Palácio do Planalto nos ataques. Ele aparece em gravações orientando golpistas a descerem para o segundo andar da sede do governo federal.

Além dele, Ricardo Cappelli também teve convocação negada pelo colegiado. Ele foi nomeado por Lula como interventor federal após os atos golpistas.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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