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MATO GROSSO

Criminosos se passam por promotores de Justiça para aplicar golpes

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Grupos criminosos estão se passando por promotores de Justiça para aplicar golpes no interior do estado. O alerta partiu do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, após levantamento realizado pela subchefia de análise de risco.

Conforme o GSI, foram identificados dois modos de agir por parte dos criminosos. Em uma das situações, o golpista liga na prefeitura dizendo que é promotor de Justiça e que precisa se deslocar até o município para realizar júri popular. E que, para isso, necessita de um motorista para apoio no deslocamento. 

O criminoso informa que o MPMT arcará com o pagamento de diária do motorista, mas que para isso precisa dos dados bancários e explica que o valor a ser depositado será de R$ 1.500,00. Na sequência, o golpista liga para o motorista e informa que o MP fez um depósito equivocado no valor de R$ 2.000,00 e pede para devolver o valor de R$ 500,00, via PIX, que seria o valor que ultrapassava o acordado na diária. “O motorista, acreditando ser o promotor de Justiça e na crença de que receberá o valor acordado, faz o PIX. Desta forma, o golpe se concretiza”, alertou o GSI.

Em outro golpe identificado, o criminoso entra em contato com a família de algum preso, se faz passar por promotor de Justiça e cobra uma quantia de R$ 2.000,00  para pagar a fiança do preso. Na sequência encaminha os dados bancários ou PIX para que seja depositado o valor. 

Além de alertar a sociedade sobre os golpes realizados, a Procuradoria-Geral de Justiça já solicitou aos promotores de Justiça que entrem em contato com as prefeituras explicando sobre a modalidade criminosa.

Fonte: MP MT

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MATO GROSSO

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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