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Crise do União Brasil pode beneficiar Lula, avalia Lira

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL)
Marina Ramos/Câmara dos Deputados – 29/03/2023

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL)

Quem aposta que o racha no União Brasil vai prejudicar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode perder dinheiro. Se na teoria a crise numa das principais bancadas da Câmara e do Senado pode mostrar a fragilidade da base aliada do presidente, na prática o resultado deve ser o oposto. A avaliação de que mais parlamentares entrarão no blocão para apoiar a atual administrão é do presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas).

Em um grupo de deputados, Lira deixou uma mensagem sobre o assunto. “O União rachado só beneficia nosso bloco”, escreveu ele em trecho do texto ao qual a coluna teve acesso. Na visão do presidente da Câmara, sem as obrigações de um partido homogêneio, cada deputado irá negociar de forma individual para fazer parte do blocão e ser base de apoio a Lula.

O “blocão” é um termo criado pelo próprio líder do Legislativo e, na prática, é uma espécie de novo Centrão. O conceito é formar um grupo com várias legendas e que passará a ter até bancada própria numa união que funciona apenas dentro da Câmara. Lira tem dito a aliados que vai transformar o bloco no principal e assim conseguirá isolar o PL de Jair Bolsonaro, dando suporte para as pautas do presidente da república.

Na visão do deputado, com o União Brasil rachado, cada parlamentar terá menor poder de barganha e, assim, ele terá mais força para negociar a entrada desses nomes no blocão. A ideia de Lira é formar um grupo com centenas de parlamentares e continuar no controle das emendas impositivas, dessa vez focando em deputados de esquerda, plano do PT para enfraquecer Bolsonaro , conforme a coluna antecipou.

Embora Lula tenha aprovado o plano do presidente da Câmara, há ruídos na ideia. Isso porque, membros do PT não gostariam de ver Lira com tamanho poder e com a caneta na mão para decidir sobre as emendas impositivas. Neste momento, porém, o governo sabe que precisa ser conservador nas decisões e sentar-se à mesa de quem lhe dará os votos necessários para aprovar o arcabouço fiscal e a reforma tributária. E Lira é o nome, principalmente com nomes do União Brasil.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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