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Cristo Redentor completa 92 anos com festa e missa

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O monumento ao Cristo Redentor completa, nesta quinta-feira (12), dia de Nossa Senhora Aparecida, os 92 anos do Santuário. Hoje, o Rio está com sol forte e a previsão é que a temperatura máxima chegue aos 37º Celsius.

A festa começou às 7h30 com a apresentação da Banda Marcial Frei Aniceto, da cidade de Petrópolis, região serrana do Rio. Em seguida, às 8h, o arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Orani João Tempesta, presidiu a santa missa em ação de graças pelo aniversário do Cristo Redentor, com a participação do Coro da Princesa, coral oficial do Cristo Redentor, sob a regência do maestro Leonardo Randolfo. 

Às 9h, foi lançado o Departamento de Musicais da Escola de Música Cristo Redentor, que será coordenado pelo diretor Claudio Botelho. O Grupo Dó Ré Mi apresentará um número especial, com a presença de artistas convidados.

Uma música – Parabéns – foi cantada em homenagem ao Cristo Redentor, iniciativa da Sociedade Amigos da Rua da Carioca e Adjacências (Sarca), seguida de distribuição de um bolo comemorativo aos visitantes. 

A programação no Cristo Redentor terá ainda uma reedição da visita do ator e comediante Renato Aragão ao interior do monumento. Agora, o artista irá até a cabeça da imagem, 32 anos após ter subido no braço do monumento. Depois, às 12h, será rezado o Ângelus, seguido, às 15h, do Terço da Misericórdia e, às 18h, será celebrada missa de encerramento em Ação de Graças pelos 92 Anos do Cristo Redentor. 

Doações

Em homenagem ao mês das crianças, o Santuário do Cristo Redentor iniciou campanha solidária de doação de livros e brinquedos a crianças em situação de vulnerabilidade social.

Com muito amor e empatia ao próximo, a ação social Clássico é Brincar possui vários pontos de doação espalhados pelo Rio. Quem doar brinquedos ou livros novos ou em bom estado, na entrada dos shows do Festival Clássico do Brasil poderá adquirir ingressos meia-entrada solidária para o evento, entre os dias 20 a 22 de outubro, na Marina da Glória.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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