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Cúpula com China e Rússia combate o “separatismo e o extremismo”, segundo Putin

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Cúpula com China e Rússia combate o “separatismo e o extremismo”, segundo Putin
ESTADÃO CONTEÚDO

Cúpula com China e Rússia combate o “separatismo e o extremismo”, segundo Putin

O presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente chinês, Xi Jinping, participaram nesta quinta-feira (4) da cúpula de um grupo de segurança criado por Moscou e Pequim para combater as alianças ocidentais. Os líderes se juntaram a outros países-membros da Organização de Cooperação de Xangai em sua reunião anual em Astana, capital do Cazaquistão.

Ao discursar na cúpula, Putin enfatizou o foco do grupo em garantir a segurança de seus membros e disse que a Organização de Cooperação de Xangai formará um centro dedicado que coordenará a resposta a vários desafios de segurança. Ele acrescentou que os membros do grupo também aprovarão um programa especial para combater o separatismo e o extremismo.

Xi conclamou os membros da organização a demonstrarem solidariedade diante dos “desafios reais de intervenção e polarização” , de acordo com a leitura de seu discurso pela agência de notícias oficial Xinhua . “Diante da ameaça real da mentalidade da Guerra Fria, temos que proteger o resultado final da segurança” , acrescentou.

O grupo foi criado em 2001 pela China, Rússia e por quatro nações que pertenceram à União Soviética na Ásia Central: Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão e Uzbequistão, para promover a segurança regional e a cooperação econômica. Posteriormente, a Índia, o Paquistão e o Irã se juntaram a ela. A vizinha e aliada ocidental da Rússia, Belarus, juntou-se à organização nesta quinta-feira. Os estados observadores e parceiros de diálogo incluem a Turquia, a Arábia Saudita e o Egito. Também esteve presente o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, que está visitando a Ásia Central.

Para Putin, a cúpula ofereceu outro local para demonstrar o fracasso dos esforços ocidentais para isolar a Rússia, após a invasão da Ucrânia em 2022. Também em seu discurso, o presidente russo reiterou que as hostilidades podem terminar se a Ucrânia retirar suas tropas das quatro regiões que Moscou anexou em 2022 e abandonar tentativa de ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Kiev e seus aliados rejeitam a ideia.

Em encontro com Xi Jinping na quarta-feira (3), Putin afirmou que a Organização de Cooperação de Xangai é “um dos pilares principais de uma ordem global justa e multipolar” e que os laços entre Moscou e Pequim “estão no seu melhor período de toda história” . Fonte: Associated Press.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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