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POLÍTICA

Deputado Avallone homenageia ex-presidente do Ipem nomeando a nova sede do órgão

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O deputado Carlos Avallone (PSDB) representou o Parlamento Estadual na inauguração da requalificação e reforma da sede do Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT), nesta quarta-feira (25), que marca um avanço na modernização da infraestrutura e na ampliação dos serviços prestados. Por indicação do deputado, através do Projeto de lei nº 979/2025, a nova sede foi batizada com o nome de Carlos Alberto Lopes Regis, ex-presidente do Ipem falecido no ano passado.

“Penso que é uma justa homenagem ao ex-presidente. Ao longo da vida, Regis foi vendedor, empreendedor e, nos últimos 26 anos, servidor público estadual, função que desempenhou com zelo, competência e compromisso. No ano de 2000 foi fundador e presidente da Associação dos Servidores do IMMEQ, atual Ipem/MT. Em 2018 assumiu a Diretoria de Planejamento e Controle Finalístico e em 2023 foi nomeado Diretor de Avaliação da Conformidade. Chegou à Presidência do instituto em 2024, permanecendo no cargo até sua precoce partida. Como presidente do Ipem, Regis exerceu papel fundamental na modernização e no fortalecimento das ações de fiscalização, deixando um legado de respeito, profissionalismo e contribuição inestimável à administração pública de Mato Grosso”, destacou o deputado.

Durante sua gestão no Ipem Mato Grosso, Carlos Alberto se destacou por iniciativas que melhoraram a transparência e a precisão dos processos de aferição e medição utilizados em diversos setores, como combustíveis, balanças comerciais e produtos embalados. Seu trabalho garantiu mais segurança ao consumidor e credibilidade às ações do Instituto, sempre com foco na seriedade técnica e no fortalecimento das diretrizes normativas.

Em seu discurso, o deputado destacou a importância do instituto: “O Ipem é um órgão de grande importância técnica e social, pois assegura que o cidadão não seja lesado. Seja ao comprar combustível, alimentos, brinquedos ou equipamentos de segurança, é o trabalho do instituto que garante qualidade e confiança. Fico feliz por ter participado da criação e estruturação desse órgão, que hoje é referência e mantém sustentabilidade própria por meio de sua arrecadação”.

Quando foi secretário de Indústria e Comércio de Mato Grosso, no governo do saudoso Dante de Oliveira, o deputado Avallone implementou e estruturou o instituto. Também foi realizado o primeiro concurso público no IPEM, em 2000, quando o instituto passou a contar com seu quadro técnico efetivo.

No dia 19 de agosto de 2025 o deputado Avallone homenageou toda a equipe do Ipem, em sessão especial realizada na Assembleia Legislativa.

A nova sede do Ipem-MT – Estrutura recebeu investimento total de R$ 6,33 milhões. O espaço foi projetado para ampliar a capacidade operacional do instituto, responsável por garantir a confiabilidade de produtos e serviços por meio da metrologia legal e da fiscalização de mercado.

O prédio conta com sistema de geração de energia por painéis solares, com investimento de R$ 1,66 milhão, capaz de produzir, em média, 26,4 mil kWh por mês, o que deve gerar economia superior a R$ 300 mil por ano aos cofres públicos.

A modernização também impacta diretamente o atendimento à população. Com ambientes reorganizados e mais bem distribuídos, a expectativa é de maior fluidez nos processos internos, redução do tempo de espera e ampliação da capacidade de atendimento.

Como parte da programação, a autarquia recebeu o evento “Diálogo com o Setor Produtivo”, iniciativa do Inmetro em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), voltada ao fortalecimento da relação com o segmento empresarial.

Conforme a presidente do Ipem-MT, Tatiana Ribeiro Soares, a inauguração aliada a uma agenda voltada ao setor produtivo e ao Inmetro evidencia o reposicionamento do Ipem-MT. “Estamos mais integrados às diretrizes nacionais e mais próximos da indústria, atuando como uma peça estratégica para a competitividade das empresas e a proteção do consumidor. A nova sede não representa apenas um avanço estrutural, mas a consolidação de um modelo de gestão voltado à eficiência, inovação e desenvolvimento”, afirmou a presidente.

Outro avanço está na modernização tecnológica, com implantação de novos equipamentos e sistemas que aumentam a precisão dos serviços metrológicos e a eficiência dos processos administrativos. A integração dos setores também deve facilitar o acesso aos serviços e reforçar a transparência e a confiabilidade institucional.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

ALMT lança livro com indicadores climáticos e propostas para o futuro de Mato Grosso

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) lançou o livro Indicadores do Clima em Mato Grosso – Cenários da Crise Climática e a Formulação de Políticas Públicas na tarde desta segunda-feira (1º) A publicação é resultado dos trabalhos da Câmara Setorial Temática (CST) de Mudanças Climáticas, encerrada em 2025. A obra reúne estudos, diagnósticos e projeções sobre os impactos das mudanças climáticas no estado, além de apontar caminhos para a formulação de políticas públicas de mitigação e adaptação.

O deputado estadual Júlio Campos (União), que presidiu os trabalhos da câmara, destacou o caráter preventivo do documento. Segundo ele, o material foi construído com a participação de universidades, cientistas, órgãos públicos e organizações da sociedade civil.

“Estamos hoje publicando esse livro que mostra o cenário da situação que vai ocorrer a partir de agora, em especial a partir de 2030, quando haverá uma grande virada, com impacto no clima em todo o mundo e também em Mato Grosso”, afirmou o parlamentar. Campos também adiantou que pretende apresentar um projeto de lei para a implantação de um Plano Estadual de Mudanças Climáticas, como forma de iniciar um diálogo junto ao governo buscando a tomada de ações.

A secretária da CST e editora da obra, Juliana Arini, explicou que o objetivo é levar o debate para além dos espaços técnicos e aproximá-lo dos gestores municipais. “A proposta é tirar essa discussão da Assembleia e trazer para o gestor público, principalmente para prefeitos e vereadores, porque são eles que lidam diretamente com as consequências da crise climática”, destacou.

De acordo com Juliana Arini, o livro será distribuído aos 142 municípios mato-grossenses e às respectivas câmaras municipais. A publicação reúne, de forma acessível, o conteúdo debatido ao longo do funcionamento da Câmara Setorial. “Fizemos uma síntese das discussões para que o gestor público tenha acesso a esse conhecimento de forma facilitada, com uma linguagem menos técnica e mais compreensível”, explicou.

Entre os alertas apresentados na obra estão projeções de aumento das ondas de calor em todos os municípios do estado até 2030. “O calor a gente não tem como evitar, mas tem como mitigar. Precisamos discutir arborização urbana, transporte público climatizado e alternativas para proteger a população mais vulnerável”, observou Juliana.

A professora da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Carolina Joana da Silva, que participou da elaboração do material, ressaltou que a publicação reúne diferentes perspectivas sobre os impactos das mudanças climáticas nos biomas mato-grossenses. “É um documento que facilita a compreensão da população sobre um fenômeno global e mostra a necessidade de estarmos preparados para enfrentar essas mudanças. Isso demonstra o interesse da Assembleia Legislativa em discutir um tema importante para Mato Grosso e para o Brasil. É um material que reúne informações e alertas que precisam chegar à sociedade”, afirmou.

Já a suplente de deputada, Sheila Klener (PSDB), destacou que o estudo servirá como instrumento de apoio à tomada de decisões governamentais. “Essa publicação vai ajudar a preparar e desenvolver políticas públicas para enfrentar as mudanças climáticas, que estão cada vez mais perceptíveis no nosso dia a dia”, avaliou a geóloga, servidora da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). “Mato Grosso não tem o mesmo nível de emissão de CO₂ de estados mais industrializados, mas nós temos o desmatamento e a pecuária como fatores que precisam ser observados. As pessoas precisam entender que sem floresta e sem água não haverá produção”, alertou.

Durante o lançamento, os participantes reforçaram a importância da preservação ambiental, da proteção das nascentes e da adoção de estratégias de adaptação para enfrentar desafios como o aumento das temperaturas, períodos prolongados de seca e a pressão sobre os recursos hídricos. O livro apresenta indicadores climáticos, mapas e diagnósticos que poderão subsidiar ações de planejamento em diferentes áreas.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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