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Agronegócio

Deputado Dilmar Dal’Bosco prestigia Festa do Agricultor de Carlinda

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O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco, coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária de Mato Grosso (FPA de Mato Grosso) participou nesta sexta-feira (28.07) da 17º Edição da Festa do Agricultor de Carlinda (760 km de Cuiabá).

Um evento já tradicional no município, organizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, que contou com a presença de cerca de 4 mil pessoas, incluindo moradores locais, visitantes e autoridades de municípios vizinhos.

A festa tem como objetivo fortalecer e dar visibilidade à Agricultura Familiar, setor que representa o carro-chefe da economia do município.

Além disso, a celebração é uma oportunidade de confraternização e troca de experiências entre as famílias de Carlinda.

O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco disse ter ficado honrado em participar da festa e ressaltou a importância de valorizar e homenagear os Agricultores e Agricultoras da Agricultura Familiar.

Para ele, a Festa do Agricultor é uma ocasião especial para estreitar laços e consolidar tradições.

“Valorização e reconhecer a importância de nossos agricultores é muito importante e isso me traz com muita satisfação aqui a Carlinda neste dia de hoje. Essa festa, além de ser uma confraternização é uma excelente oportunidade de troca de experiências, de informações, de aprofundamentos de conhecimentos e tudo enrique o Agronegócio mato-grossense”, destacou o coordenador da FPA Mato Grosso.

O evento contou com uma atração nacional, a dupla Breno Reis e Marcos Viola, além de apresentações de artistas locais, como Polyana Marques, e artistas regionais. A 17º Edição da Festa do Agricultor em Carlinda demonstrou-se como um momento de celebração e valorização dos agricultores familiares, fortalecendo a identidade local e proporcionando momentos de alegria e confraternização para toda a comunidade.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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