Connect with us

Agronegócio

Deputado Dilmar Dal’Bosco prestigia Festa do Agricultor de Carlinda

Publicado

em

O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco, coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária de Mato Grosso (FPA de Mato Grosso) participou nesta sexta-feira (28.07) da 17º Edição da Festa do Agricultor de Carlinda (760 km de Cuiabá).

Um evento já tradicional no município, organizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, que contou com a presença de cerca de 4 mil pessoas, incluindo moradores locais, visitantes e autoridades de municípios vizinhos.

A festa tem como objetivo fortalecer e dar visibilidade à Agricultura Familiar, setor que representa o carro-chefe da economia do município.

Além disso, a celebração é uma oportunidade de confraternização e troca de experiências entre as famílias de Carlinda.

O deputado estadual Dilmar Dal’Bosco disse ter ficado honrado em participar da festa e ressaltou a importância de valorizar e homenagear os Agricultores e Agricultoras da Agricultura Familiar.

Para ele, a Festa do Agricultor é uma ocasião especial para estreitar laços e consolidar tradições.

“Valorização e reconhecer a importância de nossos agricultores é muito importante e isso me traz com muita satisfação aqui a Carlinda neste dia de hoje. Essa festa, além de ser uma confraternização é uma excelente oportunidade de troca de experiências, de informações, de aprofundamentos de conhecimentos e tudo enrique o Agronegócio mato-grossense”, destacou o coordenador da FPA Mato Grosso.

O evento contou com uma atração nacional, a dupla Breno Reis e Marcos Viola, além de apresentações de artistas locais, como Polyana Marques, e artistas regionais. A 17º Edição da Festa do Agricultor em Carlinda demonstrou-se como um momento de celebração e valorização dos agricultores familiares, fortalecendo a identidade local e proporcionando momentos de alegria e confraternização para toda a comunidade.

Fonte: Pensar Agro

Continue Lendo

Agronegócio

Pequenos produtores ampliam presença no mercado internacional

Publicado

em

Por

O comércio exterior deixou de ser uma realidade exclusiva das grandes tradings e cooperativas para se tornar uma oportunidade cada vez mais concreta para pequenos negócios ligados ao agronegócio brasileiro.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que 877 microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte do setor exportaram seus produtos em 2025, um crescimento de 154,9% em comparação com 2015.

Mais expressivo ainda foi o avanço da receita gerada por esses negócios. Em dez anos, o faturamento das exportações quintuplicou, passando de R$ 583 milhões para R$ 2,9 bilhões, um crescimento de 402%. Os números revelam uma mudança importante no perfil do comércio exterior brasileiro e demonstram que produtores de menor porte estão encontrando espaço em mercados cada vez mais exigentes ao redor do mundo.

O avanço é resultado de uma combinação de fatores, entre eles a busca internacional por alimentos diferenciados, a organização dos produtores em cooperativas, o acesso a certificações de qualidade, a profissionalização da gestão rural e a abertura de novos mercados para produtos com identidade regional. Hoje, cafés especiais, mel, frutas, castanhas, erva-mate, pescados, queijos artesanais e diversos outros produtos oriundos de pequenas propriedades já chegam a consumidores na Europa, Ásia, Oriente Médio e América do Norte.

O crescimento também mostra que exportar deixou de ser apenas uma estratégia para grandes volumes. Em muitos casos, o diferencial competitivo está justamente na qualidade, na rastreabilidade, na sustentabilidade e na história por trás do produto. É o caso de pequenos cafeicultores de Minas Gerais e Espírito Santo, produtores de mel do Sul do país, fruticultores do Nordeste e agroindústrias familiares que agregam valor à produção antes de comercializá-la.

Segundo dados do governo federal, os pequenos negócios já representam mais da metade das empresas exportadoras do agronegócio brasileiro. Embora ainda respondam por uma parcela menor do valor total exportado quando comparados aos grandes grupos, sua participação cresce ano após ano e demonstra o potencial de inclusão produtiva e geração de renda no campo.

A expansão das exportações de pequenos produtores também fortalece economias regionais, estimula investimentos em tecnologia e incentiva a sucessão familiar nas propriedades rurais. Em um cenário de crescente demanda global por alimentos, o mercado internacional passa a ser visto não apenas como uma oportunidade de negócios, mas como um caminho para aumentar a rentabilidade e reduzir a dependência exclusiva do consumo interno.

Os números mostram que a internacionalização do agro brasileiro não está acontecendo apenas nas grandes fazendas ou nas multinacionais do setor. Ela também avança dentro das pequenas propriedades, onde produtores encontram novas oportunidades para transformar qualidade, tradição e inovação em renda e desenvolvimento.

Fonte: Pensar Agro

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora