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POLÍTICA

Deputado Thiago Silva viabiliza recursos para a climatização da APAE em Rondonópolis

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Com o objetivo de promover melhorias na estrutura da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Rondonópolis e assegurar um ambiente climatizado para o atendimento às pessoas com deficiência, o deputado estadual Thiago Silva (MDB) viabilizou uma emenda parlamentar no valor de R$ 200 mil, em 2024. O recurso, que já foi depositado na conta da instituição em 21 de janeiro de 2025, será essencial para a climatização e proporcionar mais conforto e qualidade nos serviços prestados a cerca de 300 alunos e aos profissionais que atuam diariamente na Apae.

“O compromisso com a inclusão é uma das principais bandeiras do nosso mandato. Ainda no ano passado, estive na APAE de Rondonópolis, junto ao presidente Michel Pagno, e reforcei meu compromisso em destinar recursos para a modernização e climatização dos ambientes. Esse investimento reflete nossa luta por um Mato Grosso mais inclusivo e acolhedor para todos”, afirmou Thiago Silva.

De acordo com a Diretoria da Apae Rondonópolis esta é a primeira emenda que foi destinada e paga para a instituição, e o recurso será utilizado para a aquisição de aparelhos de ar-condicionado para o atendimento das pessoas com deficiência.

“A emenda é ótima e será providencial para a compra de aparelhos de ar-condicionado, e para a refrigeração de vários ambientes da Apae. O salão onde fazemos o acolhimento das crianças, agora terá ar-condicionado, bem como as salas onde fazemos as oficinas. O refeitório, que hoje possui ventiladores, agora terá a refrigeração com ares, garantindo mais comodidade e conforto”, disse o Presidente da instituição, Pagno.

Também serão climatizadas as salas de aula, de reuniões, fisioterapia, informática, professores especializados, secretaria, consultório odontológico e salas de clube de mães.

Além desse aporte, o parlamentar também esteve reunido nesta semana (24) com o governador em exercício, Otaviano Pivetta (Republicanos), para discutir a destinação de novos recursos voltados à aquisição de micro-ônibus e equipamentos que beneficiarão diversas unidades da Apae no estado.

Thiago já se destacou anteriormente ao destinar mais de R$ 1 milhão em emendas parlamentares para fortalecer o trabalho das Apaes em cidades como Alto Araguaia e Nobres. Segundo ele, o apoio contínuo às instituições que atendem pessoas com deficiência é indispensável para construir uma sociedade mais justa.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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