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POLÍTICA

Dr. Eugênio informa sobre construção de escola nova no distrito de Veranópolis, em Confresa

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O deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB) comemorou o anúncio de uma nova escola a ser construída pela gestão do governador Mauro Mendes e vice-governador Otaviano Pivetta no distrito de Veranópolis, município de Confresa. A demanda era uma reivindicação antiga da comunidade local. A decisão foi tomada após visita ao município do secretário estadual de Educação, Alan Porto, nesta quarta-feira (12/2).

Ele citou principalmente o trabalho do vereador Geancarlos para concretizar a nova escola, junto com os vereadores Marli e Machim da Obra. O Governo do Estado anunciou a construção da nova escola no município para atender a demanda por educação. A população atual de Confresa é de 37.541 habitantes.

“Da articulação com o prefeito Ricardo Babinski, com a Câmara de Vereadores, a Seduc fechou a construção de uma escola nova para o distrito de Veranópolis, em Confresa. As duas escolas, municipal e estadual, que estavam caindo aos pedaços, serão substituídas por uma escola nova”, afirmou Dr. Eugênio, em sessão na Assembleia Legislativa.

“Quero aqui parabenizar a vereadora Marli, os vereadores Gean e o Machim por isso. O vereador Gean trabalha há 12 anos nessa pauta e nunca tinha a atenção e o carinho para concluir isso”, citou sobre o empenho do vereador com a causa.

Prefeito Ricardo

O prefeito de Confresa Ricardo Babinski parabenizou o governo do estado pela parceria e no compromisso com a educação do município.

“Este é um momento muito importante para Confresa. O Governo do Estado, através da Secretaria de Educação, está demonstrando seu compromisso com o município. Vamos seguir trabalhando juntos para garantir o futuro dos nossos estudantes e melhorar cada vez mais a educação da nossa cidade”, comentou o prefeito na visita do secretário Alan Porto.

O Deputado do Araguaia afirmou que no distrito de Veranópolis havia 3 escolas, uma de ensino infantil, uma de ensino fundamental e outra de ensino médio. E que uma solução paliativa não seria adequada.

“Estavam querendo passar os alunos do ensino médio para umas salas anexas do ensino infantil. Um verdadeiro absurdo”, avaliou. “Nós conseguimos fazer com que hoje o secretário Alan Porto fosse em Confresa, ele está lá, e anunciou a construção da escola”, disse.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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