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BRASIL

É correto usar o termo Festa Julina? Saiba o que dizem os dicionários

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Quadrilha junina é reconhecida manifestação da cultura nacional
Agência Brasil

Quadrilha junina é reconhecida manifestação da cultura nacional

Segundo a norma culta da língua portuguesa, não é correto usar a expressão “festa julina”. O termo apropriado para se referir às celebrações típicas desse período é “festa junina”.

Essas festividades ocorrem tradicionalmente em junho, mês em que são homenageados os santos São João (24 de junho), São Pedro (29 de junho) e, em muitas regiões do Brasil, Santo Antônio (13 de junho).

Apesar disso, mesmo quando as comemorações são realizadas em julho, o nome correto permanece sendo “festa junina”.

Os termos “julina” e “julhina” não são reconhecidos pelos principais dicionários da língua portuguesa e, portanto, são considerados erros gramaticais.

Apesar da incorreção gramatical, é comum o uso informal das expressões “festa julina” ou “festa julhina” para designar as festividades que ocorrem em julho.

Em muitas cidades brasileiras, as festas oficiais são programadas para esse mês para que escolas e entidades possam realizar suas comemorações em junho, sem conflito com os eventos organizados pelas prefeituras.

Em grandes municípios, como São Paulo, ocorre o “julinão”, evento que permite a realização de shows de artistas que concentram suas apresentações no Nordeste durante o mês de junho.


O que é a Festa Junina?

A Festa Junina é uma tradicional celebração brasileira que acontece durante o mês de junho, em homenagem aos santos católicos São João, Santo Antônio e São Pedro.

Originária das festividades europeias de colheita, a Festa Junina foi adaptada no Brasil, incorporando influências portuguesas, africanas e indígenas.

Elementos Típicos da Festa Junina:

  • Comidas Típicas: Pamonha, canjica, curau, milho cozido, pé de moleque, paçoca e bolos de milho são algumas das delícias servidas.
  • Quadrilha: Uma dança em grupo, geralmente em pares, com coreografias que simulam eventos rurais, como a colheita e o casamento caipira.
  • Fogos de Artifício: Utilizados para iluminar o céu e criar um ambiente festivo.
  • Fogueiras: Acendidas para lembrar as fogueiras que, segundo a tradição, São João Batista acendeu para anunciar o nascimento de Jesus.
  • Decoração: Bandeirinhas coloridas, balões e palha são usadas para criar um ambiente rústico e alegre.
  • Trajes Típicos: As pessoas se vestem com roupas caipiras, como vestidos de chita, camisas xadrez, chapéus de palha e maquiagem que imita sardas.

A Festa Junina é uma celebração muito querida no Brasil, proporcionando momentos de alegria, cultura e tradição para as cidades.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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