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Agronegócio

Em 2025 Belém sediará o maior evento de insumos agrícolas do Brasil

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Em 2025, Belém será palco do maior evento de insumos agrícolas do Brasil, o Senagri – Seminário Nacional sobre Insumos Agrícolas. Sob a organização da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), o evento ocorrerá em junho do próximo ano, promovido pela Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária (SBDA) com o apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Palestras, debates, minicursos e reuniões técnicas comporão a abordagem de diversos tópicos, alinhando também a formação da equipe gestora interna responsável pelos trabalhos. O encontro não apenas promoverá novas técnicas e tecnologias agrícolas, mas também deve facilitar o compartilhamento de conhecimento entre profissionais do setor.

A realização do Senagri no Pará coincide com a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) em Belém, prevista para atrair mais de 600 participantes. O evento será focado em promover uma produção agrícola sustentável e discutir temas atuais sobre o uso consciente do solo e a preservação dos recursos naturais, questões essenciais na agenda global.

O seminário abordará temas nacionais como Agrotóxicos, Bioinsumos, Sanidade Vegetal, Adubos e Fertilizantes, Sementes, Mudas, Inovações Tecnológicas para o setor e o agronegócio, e a produção artesanal do Estado do Pará. Destaca-se também a inclusão da atividade de inspeção realizada pela Adepará como um dos eixos temáticos, evidenciando a política inclusiva que gera emprego e renda para pequenos produtores e proporciona acesso aos mercados.

Além das palestras, está prevista a montagem de uma feira para exibir os produtos que representam essa política inclusiva e de geração de renda.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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