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Agronegócio

Em meio à forte seca, Conab distribui 50 mil cestas de alimentos para pequenos agricultores do Amazonas

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá oferecer suporte às famílias de agricultores afetados pela grave seca no estado do Amazonas. Em colaboração com os esforços do governo federal na região, a Conab reforçará o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e a distribuição de cestas de alimentos no estado do Amazonas.

O presidente da Conab, Edegar Pretto, destacou: “O governo federal está trabalhando em todo o país para atender às necessidades, proporcionando apoio às pessoas e municípios afetados por desastres climáticos.”

Pretto está acompanhado pelo diretor de Operações e Abastecimento, Thiago dos Santos, e faz parte da comitiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) que se encontra no Amazonas. Em Manaus, eles participaram de uma reunião com o ministro Paulo Teixeira (MDA) e o governador do Amazonas, Wilson Lima.

A Conab dobrará os recursos destinados à aquisição de alimentos produzidos pela agricultura familiar no Amazonas, por meio do PAA, na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS). Essa ação é financiada com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

Aproximadamente 50 mil cestas de alimentos serão entregues ao estado em parceria com o MDS e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). O cronograma de distribuição, previsto para novembro e dezembro, está em processo de organização e será divulgado em breve, de acordo com a coordenação interministerial e as condições logísticas da região.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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