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Em nota, Iphan nega ter aprovado o projeto atual do PPCub

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Em nota, Iphan nega ter aprovado o projeto atual do PPCub
Redação GPS

Em nota, Iphan nega ter aprovado o projeto atual do PPCub

O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Leandro Grass, divulgou nota nesta quarta-feira (19) negando ter aprovado o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) . O dirigente da autarquia federal, que responde pela preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro, afirma que acompanhou “com atenção a elaboração do plano desde o início e atuou de forma técnica com vistas à preservação das características que conduziram Brasília à condição de patrimônio nacional e da humanidade” .

De acordo com o documento, o Iphan dialogou “com a sociedade e o poder público distrital, ofereceu análises, interpretações e recomendações visando ao aprimoramento” da proposta, levando em conta a legislação federal de preservação, em especial a Portaria Iphan 166/2016.

Pela nota assinada por Grass, “o GDF é o responsável pela elaboração da proposta que se encontra na Câmara Legislativa” e coube a ele “acatar ou não as recomendações feitas pela área técnica do Iphan” , já que o órgão não exerce “controle administrativo ou político sobre o GDF, nem emite normas de uso e ocupação do solo” .

Segundo a publicação do Iphan, “o projeto recebeu diversas propostas de alteração através de emendas dos parlamentares, o que é absolutamente natural no processo legislativo, mas estas não foram objeto de análise do Iphan” , pois fiscalizar este processo “é tarefa da sociedade e dos órgãos de controle administrativo” . Portanto, afirma a nota, “a informação de que ‘o Iphan aprovou o PPCUB’ representa um equívoco” .

“Brasília é reconhecida como patrimônio em três níveis: distrital, federal e mundial. Foi tombada pelo Iphan em 1990. Antes disso, foi preservada pelo Governo do Distrito Federal (conforme Decreto 10.829/87, ainda vigente) e reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade em 1987. Cada um dos entes precisa abraçar sua responsabilidade na preservação de Brasília, uma tarefa a ser compartilhada” , afirma o documento.

Para o presidente do Iphan, “a preservação pode, e deve, conviver com o desenvolvimento” , mas atendendo às necessidades da população e conservando as principais virtudes culturais de uma cidade-patrimônio. “Portanto, um plano de preservação à altura de Brasília pode ir além das normas ou regulamentos e apresentar objetivos, metas, estratégias e instrumentos que demonstrem o compromisso com a sustentabilidade cultural, urbanística, econômica e social da cidade” , completa o documento.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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