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Embaixada diz quantas pessoas querem deixar Gaza para ir ao Brasil

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A destruição foi causada pelos ataques aéreos israelenses no bairro de Al Remal, no centro da Cidade de Gaza
Marwan Sawwaf/Alef MultiMedia/Oxfam – 10/10/2023

A destruição foi causada pelos ataques aéreos israelenses no bairro de Al Remal, no centro da Cidade de Gaza


A embaixada brasileira na Palestina atualizou nesta sexta-feira (27) os números de pessoas que desejam deixar a Faixa de Gaza em direção ao Brasil, totalizando 34 indivíduos.

Desse total, 24 são cidadãos brasileiros, 7 são palestinos que estão em processo de imigração, e 3 são familiares próximos de brasileiros que começarão o processo de imigração.

As 18 pessoas que desejam a repatriação encontram-se na cidade de Rafah, situada próxima à fronteira com o Egito, enquanto as outras 16 estão em Khan Younes, um pouco mais distante da fronteira.

A repatriação dos brasileiros depende da abertura da passagem pelo governo egípcio. Neste momento, uma aeronave da Presidência da República, modelo VC-2, com capacidade para 38 pessoas, aguarda no Cairo para realizar o transporte dos cidadãos.

Autoridades brasileiras mantêm contato com o governo egípcio, buscando convencê-los a permitir a abertura da fronteira e, assim, facilitar o retorno dos brasileiros e de outros indivíduos que desejam deixar a Faixa de Gaza.


O Brasil, atualmente responsável pela presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, está buscando uma resolução que garanta a abertura dos corredores humanitários no Egito, visando à repatriação dos cidadãos brasileiros e de outros interessados.

Até o momento, não há previsão de abertura da fronteira pelo governo egípcio, e a situação permanece em acompanhamento pelas autoridades brasileiras e pela comunidade internacional.

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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