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MATO GROSSO

Empreendedores de Cuiabá, Várzea Grande e Tangará da Serra podem se inscrever para capacitação gratuita

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Os empreendedores de Cuiabá, Várzea Grande e Tangará da Serra têm a oportunidade de participar da capacitação do Circuito Empreenda Mais CDL e Sedec, entre os dias 6 a 10, e descobrir tudo sobre o que é preciso para abrir um negócio e manter a saúde financeira da empresa evitando o fechamento.

Foram abertas novas turmas maio para quem busca treinamento sobre empreendedorismo e os interessados devem se inscrevem AQUI.

O Projeto “Circuito Empreenda Mais CDL e SEDEC” oferece um programa de capacitação empreendedora sem custos, desenhado para atender as demandas específicas de cada pessoa, seja ela um empresário estabelecido ou alguém que deseja realizar o sonho de tirar seu negócio do papel e trazê-lo para a realidade. Em apenas cinco dias de aula, é possível desenvolver um plano de negócio.

O convênio entre a Sedec e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) foi assinado no fim de 2023 e prevê a capacitação de cerca de 4 mil pessoas, em 74 turmas, distribuídas em 55 municípios ao longo do ano. Até o mês de abril de 2024, 55 turmas foram capacitadas, totalizando 1380 pessoas certificadas. Neste mês, estima-se a capacitação de mais de 450 pessoas.

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, destacou que a capacitação é importante aos empreendedores, pois traz orientações abrangentes sobre como obter um CNPJ, realizar a legalização da empresa, noções básicas de fluxo de caixa, saem com uma identidade visual pronta, e recebem algumas dicas sobre como promover seu trabalho nas redes sociais.

“São elementos fundamentais para iniciar um empreendimento. Muitas vezes, pessoas com menos acesso à informação desconhecem a legislação brasileira, que oferece uma vantagem competitiva significativa para os pequenos empresários. Eles não estão sujeitos a altos impostos ou tributações. É uma oportunidade interessante para que essas pessoas saiam da informalidade e estejam aptas a emitir notas fiscais para seus clientes”, comentou o secretário.

Para o presidente da CDL Cuiabá, Junior Macagnam, a parceria da entidade com a Sedec é de grande importância, pois leva conhecimento e capacitação para pessoas que estão iniciando ou com vontade de empreender.

“Boas ideias são tiradas do papel e se transformam em negócios prósperos através da mentoria ofertada pela Sedec e CDL. Hoje sabemos que 90% das empresas não completam 5 anos, porém, com o profissionalismo do programa a possibilidade de sucesso são muito aumentadas, gerando empregos, renda e impostos”.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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