Várzea Grande
Equipe de Mediação da Educação visita unidades para levantar demandas e solicitar serviços
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oestenews
Processo que vai ser rotina, nada mais é do que uma escuta ativa para dar celeridade ao pleno funcionamento de escolas e centros de educação infantil
A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL) de Várzea Grande está com uma equipe de mediadores visitando in loco as unidades escolares, para levantar as demandas e agilizar a prestação dos serviços requeridos. O objetivo da ação é fazer a identificação dos problemas existentes e buscar soluções, encaminhando as demandas diretamente para respectivas pastas de atuação.
Ontem (30), a equipe visitou a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘David Mayer’, localizada no bairro Ouro Verde. De acordo com a diretora, Elizania Morais, vias de acesso à escola foram danificadas em função das chuvas, o que acaba dificultando o tráfego na região.
Outra demanda diagnosticada na escola é com relação a lotes abandonados, cujos proprietários não realizam a limpeza do local e oneram o Município, que por questões de saúde pública acaba tendo de intervir. “Dentro da unidade não temos problemas estruturais, mas o entorno acaba comprometendo a funcionalidade”, destacou.
Para a secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, a aproximação entre a gestão central e a ponta (escola), melhora a eficiência operacional. “Essa escuta ativa é também uma forma reconhecer as necessidades de cada escola e de agilizar o processo, dando os encaminhamentos de acordo com as demandas existentes em cada unidade”.
A superintendente de Obras da SMECEL, Aliestt Rodrigues de Souza, disse que essas ações visam fortalecer a gestão escolar e garantir que o atendimento de demandas seja priorizado. “Ao tomarmos conhecimento dos problemas já ordenamos os serviços de nossa competência e solicitamos das outras pastas, os referidos serviços”.
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Várzea Grande
Mulheres em situação de rua recebem Implanon e mais de mil são beneficiadas em menos de seis meses
Publicado
11 horas atrásem
junho 1, 2026Por
oestenews
A oferta do Implanon é inédita em Várzea Grande e teve início em dezembro de 2025, após demanda da atual gestão ser contemplada pelo Ministério da Saúde, que naquela ocasião enviou 1.074 dispositivos
As equipes médicas da Atenção Primária à Saúde de Várzea Grande concluíram, na semana passada, a oferta e a implantação do contraceptivo subdérmico – o Implanon – em 43 mulheres pacientes do Consultório de Rua. As mulheres atendidas são várzea-grandenses em situação de rua e ou de vulnerabilidade social e financeira. Mais de várzea-grandenses já contam com o método contraceptivo ofertado de forma totalmente gratuita na rede pública municipal.
A oferta do Implanon é inédita em Várzea Grande e teve início em dezembro do ano passado, após demanda da atual gestão ser contemplada pelo Ministério da Saúde, que naquela ocasião enviou 1.074 dispositivos. Nova solicitação de contraceptivos foi feita ao governo federal para continuidade do atendimento.
Para se ter uma ideia da importância do contraceptivo, ainda mais no modelo subdérmico, ele custa farmácias, cerca de R$ 800 a R$ 1 mil. Nesses estabelecimento é vendo apenas o contraceptivo, sem a aplicação.
Todas as equipes que fazem a colocação do Implanon passaram por treinamento e estão habilitadas ao atendimento das mulheres que buscam por esse método para evitar gravidez não planejada.
Desde janeiro, dez Unidades de Saúde do Município estão aptas a realizar o procedimento: Nossa senhora da Guia, Manga, Vila Arthur, Marajoara, Limpo Grande, Manaíra, Água Vermelha, Jardim Glória, Capão Grande e o SAE/CTA.
Mesmo que o procedimento esteja centralizado em dez unidades, todas as 25 unidades básicas de Saúde de Várzea Grande estão aptas a receber as demandas das mulheres e fazer o correto encaminhamento para os pontos de referência em relação ao Implanon.
“COMO UM CHIP” – O Implanon (Implante Contraceptivo Subdérmico) é inserido na parte interna do braço e libera o hormônio etonogestrel, que impede a ovulação e garante proteção contraceptiva por até três anos. É considerado um método altamente eficaz, com taxa de prevenção superior a 99%.
Podem utilizar o implante mulheres e adolescentes de 15 a 49 anos, desde que não estejam grávidas. Por isso, antes da inserção, é solicitado um exame de sangue Beta-hCG (teste rápido) para descarte de gestação. A aplicação pode ser feita por médicos ou enfermeiros capacitados, conforme protocolo do Ministério da Saúde.
A secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, explica que Implanon é uma alternativa segura para mulheres que têm dificuldade com anticoncepcionais orais ou apresentam reações adversas. “Traz autonomia, facilita o planejamento reprodutivo e representa mais cuidado para quem busca um método de longa duração e Várzea Grande está disponibilizando um recurso eficiente e totalmente gratuito”.
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