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‘Eu gelei’, diz namorado quando socorreu a jovem alérgica à pimenta

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Thais Medeiros e a pimenta em conserva que causou alergia
Reprodução: TV Anhanguera – 15/03/2023

Thais Medeiros e a pimenta em conserva que causou alergia

O namorado de Thais Medeiros, de 25 anos, que foi internada após ter uma reação alérgica ao cheirar um frasco de pimenta em conserva no mês de fevereiro, disse que a jovem ficou sem pulso no meio do caminho para o hospital.

“Chegando no hospital, ela ficou sem pulso. Eu estava dirigindo, peguei no pulso dela e não senti nada. Eu gelei na hora. Minha mãe fez respiração nela, mas não adiantou. Os médicos viram a gravidade e já correram com a maca”, relata Matheus Oliveira, namorado de Thais.

A jovem ficou internada por 20 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) . Segundo a mãe da jovem, Adriana Medeiros, a filha segue se recuperando na enfermaria da Santa Casa de Anápolis e deve ser transferida para um centro de reabilitação em breve.

Matheus diz também que as pessoas o questionam sobre como ela teve uma reação alérgica a pimenta .

“Tem gente que debocha, fala: ‘- nossa, uma pimenta’. Mas você não escolhe a alergia que você vai ter. Você só vai descobrir quando prova o alimento um faz um exame”, pontuou o namorado, que socorreu Thais de imediato.

No dia 17 de fevereiro, Thais já estava sentindo os sintomas da asma, mas resolveu viajar para a casa do namorado em Anápolis (GO). Naquele dia, ela e a família de Matheus estavam todos na cozinha, quando a mãe do namorado destampou um frasco de pimenta e todos inalaram a especiaria.

Segundo as testemunhas, Thais não chegou a encostar no recipiente para sentir o aroma que desencadeou uma reação alérgica imediata.

“Ela tentando puxar o ar, mas o ar não ia. Era uma agonia”, relembra Matheus em relato ao Fantástico no último domingo (12).

Segundo a Dra. Albertina Varandas Capelo, Coordenadora do Departamento Científico de Anafilaxia da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), especiarias como a pimenta, podem desencadear sintomas cutâneos, gastrointestinais e respiratórios, como coceira no corpo, urticas, placas vermelhas, coceira na boca, dor abdominal, diarreia, náuseas, espirros, coriza, tosse e chiado no peito.

Após cheirar a pimenta, a jovem não conseguiu respirar corretamente. A baixa circulação de oxigênio para o cérebro e coração provocou uma parada cardiorrespiratória.

“Ela sofreu uma lesão irreversível. O cérebro ainda pode ter alguma recuperação, mas a gente acredita que voltar às atividades habituais dela, as atividades normais, isso, infelizmente, não”, explica Rubens Dias, médico da UTI em que Thaís estava internada.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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