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MUNDO

EUA, UE e Catar tentam mais 3 dias de trégua, diz ministro palestino

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Mais 200 caminhões com ajuda humanitária foram enviados à Faixa de Gaza
Reprodução / FDI – 26.11.2023

Mais 200 caminhões com ajuda humanitária foram enviados à Faixa de Gaza

Os Estados Unidos, a União Europeia, o Catar e a Espanha, que estão envolvidos nas negociações para prolongar a trégua no conflito entre Israel e o Hamas, tentam um acordo de mais três sem combates. A declaração foi dada pelo ministro de Relações Exteriores da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Riyad Al-Maliki, nesta segunda-feira (27).

Al-Maliki está participando de um fórum em Barcelona, na Espanha, entre países mediterrâneos sobre a guerra que acontece no Oriente Médio.

“[Os países] estão tentando estender a trégua em até três dias, mas ninguém sabe nada ainda”, afirmou o ministro da ANP.

Caso os países consigam avançar nas negociações, o cessar-fogo temporário pode durar até quinta-feira (30) em vez de acabar ainda nesta segunda.

No último fim de semana, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que o país estava tentando prolongar a trégua.

Nesse domingo (26), o Hamas também disse que tem interesse em prolongar o tempo de cessar-fogo temporário.

Em comunicado, o grupo extremista islâmico afirmou que tem a intenção de “estender a trégua após o término do período de quatro dias, através de esforços sérios para aumentar o número de pessoas libertadas da prisão, conforme estipulado no acordo de cessar-fogo humanitário”.

Hoje, Eilon Levy, porta-voz do governo israelense, disse que o país informou o grupo Hamas que há a possibilidade da trégua na guerra ser estendida.

“O Hamas está avisado: a opção de prorrogação [da trégua] está aberta. Nós queremos receber outros 50 reféns além de hoje, no nosso caminho para trazer todos para casa”, disse ele, acrescentando que o objetivo de eliminar o Hamas continua.

Além da troca de reféns e prisioneiros, o acordo também previa o envio de centenas de caminhões de ajuda humanitária com suprimentos aos civis da Faixa de Gaza. Os veículos entraram no território palestino por meio da passagem de Rafah, na fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito.

No total, até o momento, 175 pessoas já foram soltas como parte da negociação:

Fonte: Internacional

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MUNDO

Putin confirma encontro com Xi Jinping na Rússia em outubro

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Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
Sputnik

Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho


O presidente da Rússia, Vladimir Putin,  confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.

O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.

De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.

Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.

“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.

O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.

A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.

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Fonte: Internacional

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queiroz

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