Connect with us

MATO GROSSO

Facilidade de acesso: canais de atendimento do Judiciário estão disponíveis para a população

Publicado

em

O Poder Judiciário de Mato Grosso possui canais de comunicação disponíveis para facilitar o acesso aos serviços judiciais e administrativos. O portal de canais permanentes reúne, em um único ambiente, todos os meios oficiais de atendimento ao público.

No menu horizontal ‘Contatos do Judiciário’, na capa do site do TJMT, cidadãos, advogados e demais usuários podem localizar, de forma rápida e organizada, os canais de comunicação do TJMT, comarcas, Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs), Pontos de Inclusão Digital (PIDs), além do Plantão Judiciário.

Já no portal https://canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br/ estão disponíveis informações das unidades judiciárias, TJMT, Turmas Recursais, Balcão Virtual, entre outros, como endereços de e-mail institucionais, telefones, atendimento via WhatsApp, além do acesso ao Balcão Virtual (https://balcaovirtual.tjmt.jus.br/), que possibilita o atendimento remoto em tempo real, sem a necessidade de deslocamento até os fóruns.

O portal também disponibiliza links para serviços que precisam de agendamento prévio, permitindo que o usuário escolha o canal mais adequado conforme a sua demanda. A centralização dessas informações contribui para dar mais transparência ao funcionamento do Judiciário e otimizar o atendimento, evitando buscas dispersas por contatos e reduzindo filas presenciais.

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue Lendo

MATO GROSSO

Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

Publicado

em

Por

Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora