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Falta de proposta de reajuste salarial gera evasão na PCDF, alerta Sinpol-DF

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Falta de proposta de reajuste salarial gera evasão na PCDF, alerta Sinpol-DF
Caio Barbieri

Falta de proposta de reajuste salarial gera evasão na PCDF, alerta Sinpol-DF

A Polícia Civil do Distrito Federal ( PCDF ) enfrenta uma crise de efetivo que tem comprometido a segurança dentro das delegacias, tanto para os servidores quanto para a população, exacerbada pela alta taxa de pedidos de exonerações e aposentadorias entre os policiais civis.

De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis ( Sinpol-DF ), o problema se estende à conclusão das investigações e ao atendimento aos cidadãos, que voltam para casa muitas vezes sem solução para suas demandas.

O presidente da entidade, Enoque Venancio de Freitas, informou que as nomeações anunciadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para 1º de novembro não serão suficientes para suprir o déficit na PCDF.

“A recomposição dos quadros é fundamental para que a falta de policiais civis não prejudique ainda mais o andamento das investigações e o atendimento aos cidadãos. Mas novas nomeações, sem a valorização da carreira, não solucionarão a evasão de investigadores, que a cada dia buscam melhores oportunidades no serviço público. Ou seja, a curto prazo, essas nomeações não terão efeito prático”, disse.

Enoque também explicou que a categoria tem reivindicado o restabelecimento da simetria salarial com os policiais federais, destacando a importância de equalizar os subsídios entre as duas instituições.

“As novas nomeações para a PCDF não resolverão o problema de desmotivação entre a categoria. Os pedidos de exoneração e o abandono da carreira em busca de segmentos mais atrativos continuarão. O problema de efetivo na corporação será resolvido quando os policiais civis voltarem a se sentir valorizados, com uma remuneração que se iguale à importância do trabalho que prestam aos cidadãos”, emendou.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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