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Fazenda aumenta expectativa de inflação para 3,9% e mantém crescimento do PIB em 2,5%

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Fazenda aumenta expectativa de inflação para 3,9% e mantém crescimento do PIB em 2,5%
ESTADÃO CONTEÚDO

Fazenda aumenta expectativa de inflação para 3,9% e mantém crescimento do PIB em 2,5%

O Ministério da Fazenda manteve a projeção de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2024. De acordo com a grade de parâmetros divulgada nesta quinta-feira (18), pela Secretaria de Política Econômica (SPE), a estimativa para a expansão da atividade este ano continua em 2,5%. Para 2025, a projeção passou de 2,8% para 2,6%. Já a projeção para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,70% para 3,90%. O último boletim macrofiscal da SPE havia sido divulgado em maio de 2024.

Para o PIB do setor agropecuário em 2024, a queda esperada passou a ser de 2,5% em 2024, ante expectativa de queda de 1,4% no boletim de maio. Embora a safra projetada para este ano mantenha em nível historicamente elevado, as últimas estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola e os impactos das inundações no Rio Grande do Sul têm sinalizado um cenário menos positivo.

Para o PIB da indústria, a projeção subiu de 2,4% no Boletim de maio para 2,6%. A revisão reflete, principalmente, maiores estimativas para o crescimento da indústria de transformação e da construção, beneficiadas pelas políticas de estímulo ao investimento produtivo, medidas de incentivo à reconstrução do RS e pela expansão dos recursos voltados ao financiamento de moradias populares.

A alta projetada para o setor de serviços em 2024 passou de 2,7% para 2,8%. Segundo o boletim, atividades ligadas ao consumo das famílias, comércio e outros serviços devem ser destaques, “refletindo o bom desempenho do mercado de trabalho e as condições menos restritivas do crédito, além das medidas de apoio às famílias no RS” .

As projeções da SPE sobre a variação do PIB nos próximos anos foram mantidas ou sofreram pequenas modificações. Em 2026, passou de 2,5% para 2,6%. Para 2027, a projeção de crescimento se manteve em 2,6%. Já em 2028, a projeção continuou em 2,5%. Já a revisão do PIB em 2025, segundo o boletim, repercute a pausa no corte de juros pelo Banco Central este ano, que se manteve em 10,5%.

“Apesar da menor contribuição vinda da política monetária, efeitos de encadeamento derivados de um crescimento inclusivo e guiado pela expansão dos investimentos e da indústria em 2024 devem contribuir positivamente para a atividade em 2025, mitigando em parte os impactos dos juros” , avalia o documento.

Para os anos seguintes, a SPE destaca que o crescimento esperado segue próximo a 2,5%, “podendo inclusive surpreender positivamente como reflexo dos efeitos da reforma tributária e da maior produção e exportação de petróleo sobre a atividade potencial” , diz a nota.

No último relatório Focus, divulgado na última segunda-feira (15), os analistas de mercado consultados pelo Banco Central projetaram uma alta de 2,11% para o PIB de 2024. Para 2025, a estimativa no Focus é de alta de 1,97%. As projeções de mercado para 2026 e 2027 estão em 2%, para os dois anos.

IPCA
O Ministério da Fazenda revisou a projeção para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024 e em 2025. A estimativa neste ano passou de 3,70% para 3,90% – dentro do intervalo de tolerância da meta estipulada para 2024, que é de 3,00%, com variação de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Já para 2025, a projeção de IPCA passou de 3,20% para 3,30%.

No documento, a SPE argumenta que a revisão da projeção do IPCA para este ano já leva em consideração os impactos do câmbio mais depreciado e da calamidade no Rio Grande do Sul nos preços, além dos reajustes recentes anunciados para os preços da gasolina e GLP. Para a média das cinco principais métricas de núcleo, a previsão foi revisada de 3,40% para 3,70%.

No caso de 2025, a previsão de inflação medida pelo IPCA foi revisada principalmente para incorporar a expectativa de maior cotação do dólar, mas a perspectiva de desinflação permanece, disse a SPE, devendo ser observada tanto para preços livres como para monitorados.

O Ministério da Fazenda também revisou a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – utilizado para a correção do salário mínimo. De acordo com a nova grade de parâmetros macroeconômicos da pasta, a estimativa para o indicador neste ano passou de 3,50% para 3,65%. Para 2025, a projeção passou de 3,10% para 3,15%.

Já a estimativa da Fazenda para o IGP-DI em 2024 foi revisada de 3,50% para 3,60% e mantida em 4% para 2025. Para a projeção deste ano, a SPE observou que variações expressivas foram registradas para o IGP-DI em maio e junho, repercutindo principalmente a aceleração dos preços no atacado.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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