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FESPSP: Boulos e Nunes empatam na liderança; Marçal sobe 5 pontos e assume 3º lugar

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Boulos, Nunes, Tabata, Marçal e Datena disputam pelo cargo de prefeito de São Paulo
Montagem/Reprodução

Boulos, Nunes, Tabata, Marçal e Datena disputam pelo cargo de prefeito de São Paulo

O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) e o prefeito Ricardo Nunes (MDB) estão tecnicamente empatados na disputa pela Prefeitura de São Paulo , seguidos pelo candidato Pablo Marçal (PRTB), que subiu mais cinco pontos e assumiu o terceiro lugar.

Os dados são da pesquisa de intenção de voto realizada pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e divulgada nesta segunda-feira (26) pelo UOL. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Boulos lidera numericamente a disputa, com 23,1% das intenções de voto, contra 26,1% de Nunes. Marçal aparece com 16,8% das preferências.

Os candidatos José Luiz Datena (PSDB) e Tabata Amaral (PSB) também estão empatados tecnicamente. O apresentador tem 10,7% das intenções de voto e oscilou para baixo na comparação com o mês passado, quando ele registrou 11,9%. Já a candidata do PSB teve uma alta de quatro pontos, e foi de 4,7% para 8,6%.

Veja todos os resultados da pesquisa FESPSP:

  • Guilherme Boulos (PSOL): 23,1%
  • Ricardo Nunes (MDB): 21,6%
  • Pablo Marçal (PRTB): 16,8%
  • José Luiz Datena (PSDB): 10,7%
  • Tabata Amaral (PSB): 8,6%
  • Marina Helena (Novo): 3,9%
  • Bebeto Haddad (DC): 0,6%
  • Altino Prazeres (PTSU): 0,3%
  • Ricardo Senese (UP): 0,3%
  • João Pimenta (PCO): 0,1%
  • Branco / nenhum / nulo: 10,1%
  • Não sabe / não respondeu: 3,8%

Segundo turno

Em simulação de um eventual segundo turno, a pesquisa mostra Nunes vencendo as eleições com 42% contra 36% de Boulos.

O destaque no segundo turno é para o aumento percentual de eleitores que não votaria em nenhum dos dois. No levantamento anterior, esse grupo somava 13,7%, tendo passado a 16% no levantamento atual. Os que não sabem ou não responderam são 6%.

Pesquisa

A pesquisa da FESPSP foi feita em São Paulo, entre os dias 20 a 22 de agosto. O levantamento contou com a participação de 1.500 entrevistados.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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