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Fontes de Césio-137 furtadas em MG são encontradas em São Paulo

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Empresa AMG registrou furto de equipamento radiotivo com Césio 137 em Minas Gerais
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Empresa AMG registrou furto de equipamento radiotivo com Césio 137 em Minas Gerais

Duas fontes de césio-137, que estavam desaparecidas desde o dia 29 de junho, foram encontradas em uma empresa de sucata de São Paulo. Nesta segunda-feira (10), funcionários da empresa notificaram a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), que já enviou técnicos para o local.

Em nota, a Cnen informou que as fontes serão levadas para o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), unidade da comissão em São Paulo, onde passarão por avaliações quanto à integridade, taxas de dose e condições de uso, dentre outras finalidades.

No fim do mês passado, a Cnen foi notificada pela mineradora AMG Brasil, localizada no município de Nazareno, a cerca de 200 quilômetros de Belo Horizonte, sobre o suposto furto de duas fontes de césio-137. Duplamente encapsuladas com aço inoxidável e blindadas externamente em aço inox, resistentes ao impacto, as fontes, são consideradas não perigosas pela Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea). Com atividade individual de 5 mCi, compunham equipamentos medidores de densidade de minérios, sendo classificadas na categoria 5, de baixo risco. Um milicurie (mCi) equivale a um milésimo de um curie.

Técnicos da Cnen realizaram vistorias e medições na mineradora e em outras dez áreas suspeitas indicadas pela Secretaria de Meio Ambiente do município de Nazareno e também na planta 2 da Mineradora AMG Brasil, mas nenhum material radioativo havia sido encontrado.

Em nota, a AMG Brasil informou que já comunicou à Polícia Civil em Nazareno a recuperação dos dois equipamentos medidores de polpa furtados de sua unidade operacional localizada na região do Campo das Vertentes. No texto, aA AMG Brasil reafirma seu compromisso absoluto de atuar de maneira responsável e diligente perante a comunidade e lamenta qualquer preocupação que o incidente possa ter ocasionado a terceiros.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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