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MUNDO

França: acordo entre Mercosul e União Europeia não pode ser assinado

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França se opõe a acordo
Ricardo Stuckert/PR

França se opõe a acordo


Pressionado por protestos de agricultores, o governo da França reiterou nesta quarta-feira (31) sua oposição ao acordo comercial entre União Europeia e Mercosul.

Em entrevista às emissoras CNews e Europa 1, o ministro francês da Economia, Bruno Le Maire, prometeu se empenhar com “braço de ferro” contra o tratado entre os dois blocos.

“Esse acordo não é bom para nossos fazendeiros e não pode ser assinado tal como está”, declarou.

No fim da semana passada, o premiê Gabriel Attal já havia dito que a França não aprovaria o pacto Mercosul-UE, em uma tentativa de aplacar os protestos dos agricultores, que, no entanto, mantiveram a mobilização.

Além do tratado de livre comércio, a categoria critica o que considera um excesso de regulamentação da União Europeia na área ambiental e cobra subsídios públicos para o setor.

A França é a principal produtora agrícola da UE e sempre mostrou resistência ao acordo com o Mercosul, temendo que a Europa seja inundada por matérias-primas alimentares de países sul-americanos com preços mais competitivos.

Recentemente, o presidente Emmanuel Macron indicou sua contrariedade ao tratado devido a “regras que não são homogêneas” com as normas europeias.

“Acreditem: quando a França quer alguma coisa na Europa, ela tem bastante peso para impô-la”, disse Le Maire nesta quarta, acrescentando que é graças “unicamente” a Macron que esse acordo ainda não foi assinado.

Na última terça (30), a Comissão Europeia reconheceu que as condições para a conclusão do tratado “não foram satisfeitas”, embora tenha acrescentado que as negociações “continuam”.

Fonte: Internacional

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MUNDO

Putin confirma encontro com Xi Jinping na Rússia em outubro

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Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
Sputnik

Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho


O presidente da Rússia, Vladimir Putin,  confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.

O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.

De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.

Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.

“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.

O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.

A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.

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Fonte: Internacional

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queiroz

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