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GDF vai romper contrato e assumir obra na Avenida Hélio Prates

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GDF vai romper contrato e assumir obra na Avenida Hélio Prates
Agência Brasília

GDF vai romper contrato e assumir obra na Avenida Hélio Prates

Após enfrentar problemas com a empresa responsável pelas obras de infraestrutura da segunda etapa da Avenida Hélio Prates, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai rescindir o contrato e assumir o restante dos trabalhos em um trecho de aproximadamente 1 km que vai da QND 50/QNG 25, em frente à Central de Radiologia, em Ceilândia, até o Pistão Norte. Serão feitos os serviços de pavimentação e implantação de calçadas.

Nesta quinta (11), acompanhada pelo secretário Valter Casimiro, a governadora em exercício Celina Leão comunicou rescisão de contrato do GDF com empresa responsável por obras em trecho da Avenida Hélio Prates | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

A governadora em exercício Celina Leão visitou o trecho em questão ao lado do secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, nesta quinta-feira (11). Na ocasião, comunicou a decisão do GDF: “A empresa havia sido notificada e não está cumprindo o prazo [de entrega da obra]. Então o GDF tomou a decisão de assumir com recursos próprios essa obra, com a ajuda do DER e da Novacap para rapidamente dar uma solução”, anunciou. “A população realmente merece respeito. Nós estamos encerrando o contrato e tomando a obra por incremento do próprio GDF”, complementou.

O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, detalhou que o GDF fará a execução de forma direta para acelerar o andamento dos trabalhos. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) fornecerá material de acabamento para concluir a pavimentação, já a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) disponibilizará maquinário e mão de obra para implantação do calçamento.

GDF vai assumir trabalhos de pavimentação e implantação de calçadas em um trecho de aproximadamente 1 km que vai da QND 50/QNG 25, em frente à Central de Radiologia, em Ceilândia, até o Pistão Norte

“Temos consciência de que a obra está andando devagar. Por isso, tomamos a decisão de assumir de forma direta a obra com o pessoal da Novacap e do DER para concluir toda essa pavimentação no menor tempo possível”, revelou Casimiro. Já para a conclusão do restante do serviço de drenagem até o Pistão Norte será feito um novo contrato.

Na noite de quarta-feira (10), o trecho da obra na altura da QND 50 foi cenário de um acidente, quando um motorista perdeu o controle da direção do veículo, passou por cima da sinalização e caiu em uma abertura do pavimento onde está sendo construído o tubo de drenagem pluvial. A cratera aberta na avenida foi fechada nesta quinta-feira (11) e o GDF inicia o trabalho de terraplanagem já nesta sexta-feira (12), seguido pela compactação do solo, imprimação e, por fim, pavimento.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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