Uma pesquisa divulgada pelo instituto de pesquisa Datafolha nesta sexta-feira (1º) revela que 23% dos eleitores de São Paulo aprovam a gestão de Ricardo Nunes (MDB), enquanto 24% reprovam.
Ricardo Nunes assumiu em maio de 2021, após a morte de Bruno Covas (PSDB), de quem foi vice-prefeito. O maior índice, de 49%, considera o governo “regular”. A pesquisa foi feita nos dias 29 e 30 de agosto, ouvindo 1.092 eleitores da cidade, e tem margem de erro de 3 pontos percentuais.
Apesar da aprovação de Nunes ser baixa, ela não apresenta discrepância quando comparada a outros prefeitos que governaram São Paulo desde 1985. Com raras exceções, a flutuação da satisfação do eleitor paulistano (considerando o mesmo tempo de mandato) é de 20% a 30%.
Além disso, a aprovação de Ricardo Nunes já foi pior. Em abril de 2022, apenas 12% do eleitorado aprovava sua gestão, passando para 18% em junho do mesmo ano. Um ano e dois meses após o último levantamento, o número de pessoas que o avaliam como “ótimo” e “bom” dobrou.
O número que mais chama a atenção é o índice de eleitores que consideram a gestão “regular”, que só se compara a dados da época de redemocratização do país e aos 45% que Mario Covas alcançou em 2020, durante seu primeiro mandato.
O atual prefeito é mais aprovado entre os eleitores que cursaram até o ensino fundamental, com 36% de “ótimo” e “bom” nessa parcela da população. Eleitores mais velhos, acima dos 60 anos, também demonstram preferência por Nunes, conferindo-lhe 32% de aprovação.
Já a reprovação da gestão é maior entre os que têm curso superior, na casa dos 36%. Entre os eleitores que ganham mais de 10 salários mínimos, Nunes é rejeitado por 44%.
Intenções de voto
Fernando Frazão/Agência Brasil – 29/09/2022
A pesquisa afere as intenções de voto em São Paulo
O Datafolha também divulgou, na quinta-feira (31), uma pesquisa eleitoral, a primeira do instituto para aferir as intenções de voto para a prefeitura de São Paulo em 2024. em que foram ouvidos, de forma presencial, 1.092 eleitores com 16 anos ou mais na capital paulista, entre terça (29) e quarta-feira (30).
Ricardo Nunes aparece como o candidato predileto de 24% dos eleitores, enquanto o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) está liderando a disputa neste momento, com 32% das intenções de voto. Em terceiro, a também deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) é a predileta de 11% do eleitorado.
Kim Kataguiri, deputado federal pelo União Brasil, tem 8% das intenções de voto e Vinicius Poit (Novo) ficou “na lanterna” com 2%. O percentual de eleitores que pretendem votar em branco ou anular foi de 18%, enquanto 5% das pessoas entrevistadas afirmou que não votaria em nenhum dos pré-candidatos apresentados pelos entrevistadores.
Além de ser o penúltimo candidato no ranking das intenções de voto, o deputado Kim Kataguiri lidera os índices de rejeição, com 35% dos eleitores entrevistados afirmando que não votaria nele “de jeito nenhum”.
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!