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MATO GROSSO

Governo de MT entrega ampliação e reforma da Escola Estadual Padre Firmo em Cuiabá

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O Governo de Mato Grosso entregou, nesta sexta-feira (23.08), a reforma e ampliação da Escola Estadual Padre Firmo Duarte Filho, na região do Distrito Industrial de Cuiabá. O investimento na unidade foi de R$ 4,3 milhões, o que possibilitou ampliar a capacidade de atendimento de 731 para 1.200 estudantes. Além disso, o Estado investiu R$ 1 milhão na aquisição de Chromebooks, aparelhos de ar-condicionado, móveis e utensílios.

Além da estrutura que já existia, a unidade passou a contar com hall de entrada com cobertura, um novo bloco educacional, amplo refeitório, laboratório de ciências, biblioteca, quadra poliesportiva e outras dependências, totalizando 13 salas de aula, 9 ambientes administrativos, além de espaço de convivência com iluminação natural e túnel de vento para tornar o ambiente mais agradável.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, afirmou que a entrega da ampliação e reforma da escola representa um sonho antigo de toda a comunidade da região. Ele ainda ressaltou que a Secretaria de Educação não poupou esforços em providenciar que o desejo de estudantes e professores saísse do papel.

“Com a nova escola, também fizemos uma justa homenagem ao patrono da escola, o padre e educador Firmo Duarte Filho, que faleceu em março de 2005, aos 77 anos”, acrescentou.

Foi investido R$ 1 milhão na aquisição de Chromebooks, ar-condicionado, móveis, utensílios, entre outros

O procurador Geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes, que conheceu o padre Firmo na época da sua juventude, participou da solenidade e disse estar feliz com a qualidade da nova infraestrutura entregue pelo Estado, além de enaltecer a história do seu patrono.

“Padre firmo foi um reconhecido educador, sobretudo de jovens. Certamente, ele também ficaria contente vendo tudo novinho e com tanta tecnologia em sala de aula”.

O diretor da escola, professor Fernandes Cardoso Soares, pontuou que o prédio estava esquecido desde 2006, quando foi criada a escola, e a gestão atual resgatou a cidadania da comunidade ao promover a modernização da escola. “Ver uma escola como essa funcionando a todo vapor é motivo de muito orgulho”, completou.

Ana Caroline Gomes, de 17 anos, é do 2º ano do Ensino Médio e disse estar encantada com a quadra poliesportiva. Para a jovem, que sempre estudou na Escola Estadual Padre Firmo, ver a transformação do ambiente foi gratificante, sobretudo, em relação às práticas esportivas, que agora serão mais constantes e no conforto da sombra. “Essa quadra é tudo de bom. A nossa escola precisava de um ambiente como esse”.

Já o estudante Matheus Diogo da Silva, também de 17 anos e do 2º ano, contou que vivenciou a rotina da escola desde quando ela tinha apenas 8 salas de aula. “Aqui me sinto em casa e mais ainda agora, com todo esse apoio que temos para aprender”. Questionado sobre o que mais gosta de fazer na escola, ele foi enfático: “Estudar pelas plataformas. Fico muito tempo pesquisando o Mais Inglês e sonho, um dia, ser classificado para o intercâmbio na Inglaterra. Com ajuda dos professores eu chego lá”, finalizou.

Também participaram da solenidade o deputado estadual Carlos Avallone, os secretários adjuntos da Seduc e a Diretoria Metropolitana de Educação (DME).

A escola atende estudantes do Distrito Industrial, Jardim Universitário e Pascoal Ramos, principalmente

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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