Connect with us

BRASIL

GSI justifica tamanho de arquivo para negar imagens de 8 de janeiro

Publicado

em

Câmara quer investigar participação de militares em atos antidemocráticos
redacao@odia.com.br (Agência Brasil)

Câmara quer investigar participação de militares em atos antidemocráticos

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) negou o envio das imagens internas no dia dos ataques antidemocrático de 8 de janeiro à Câmara Legislativa do Distrito Federal. A informação é do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles.

Segundo o GSI, não há dispositivo que comporte 165 horas de gravação. A resposta foi assinada pelo ministro Gonçalves Dias, do GSI.

A justificativa não foi aceita por deputados petistas, que veem uma tentativa de atrapalhar as investigações da comissão parlamentar de inquérito. Os parlamentares querem enviar ao GSI um dispositivo compatível com os arquivos.

Os deputados querem analisar se militares participaram direta ou indiretamente dos atos antidemocráticos. Há suspeitas de que funcionários do Planalto não teriam oferecido resistência aos invasores.

A Câmara Legislativa do DF ainda aprovou os requerimentos para ter acesso às agendas de autoridades do governo passado. O pedido deve ser entregue à União nesta semana.

Entre as agendas solicitadas, estão a do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, que está preso na carceragem da Polícia Militar, em Brasília. O ex-ministro era secretário de Segurança Pública do DF no dia dos ataques, mas estava nos Estados Unidos em férias com a família.

Além de Torres, a CPI pedirá o acesso às agendas do ex-ministro do GSI, General Augusto Heleno, e do ex-chefe do comando militar do Planalto, General Gustavo Dutra Menezes.

Fonte: Nacional

Continue Lendo
Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

Publicado

em

Por

Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora