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Homens que plantaram bomba no Aeroporto de Brasília são condenados

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Alan Rodrigues foi condenado a cinco anos e quatro meses de prisão
Reprodução/Redes sociais

Alan Rodrigues foi condenado a cinco anos e quatro meses de prisão

A Justiça do Distrito Federal condenou, nesta quinta-feira (11), dois dos homens acusados de plantar uma bomba no Aeroporto de Brasília. O caso foi registrado no dia 24 de dezembro do ano passado e o artefato não chegou a ser detonado.

George Washington de Oliveira Sousa foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão, enquanto Alan Diego dos Santos Rodrigues terá de cumprir pena de cinco anos e quatro meses. Os dois terão de cumprir regime fechado.

Rodrigues foi condenado por expor a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outro ao colocar uma dinamite em um caminhão-tanque carregado de combustível que estava no aeroporto.

Sousa, além da mesma condenação de Alan, também foi punido por porte ilegal de arma de fogo e artefato explosivo ou incendiário. Nenhum dos dois poderão recorrer em liberdade dado que, para o juiz Osvaldo Tovani, da 8ª Vara Criminal de Brasília, não há fato novo que pode justificar a revogação da detenção.

“As circunstâncias dos fatos indicam periculosidade concreta, presente, ainda, a necessidade de preservar a ordem pública, mantenho a prisão preventiva de ambos os acusados”, afirmou o magistrado na sua decisão.

Na época, a ação de George e Alan foi classificada como tentativa de atentado terrorista e, segundo a Polícia Civil, o artefato iria ser acionado com o uso de um controle remoto, mas falhou.

O motorista do caminhão onde o explosivo foi alocado percebeu a presença de uma caixa de papelão em um dos eixos do veículo. Segundo ele, ao abrir, encontrou duas “bananas” de dinamite e um detonador com “luzes piscando”.

Logo depois, o homem acionou a Polícia Militar que, em conjunto com equipes do Corpo de Bombeiros e das polícias Federal (PF) e Civil (PCDF), desativou a bomba.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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