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MATO GROSSO

Hospital Central do Estado será referência nas cirurgias de casos graves

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O Hospital Central do Estado de Mato Grosso ofertará serviços da alta complexidade em saúde. Dentre as especialidades previstas para o hospital, estão: cirurgia do aparelho digestivo, ortopedia, urologia, cirurgia oncológica, cirurgia vascular, cardiologia, neurocirurgia e hemodinâmica.

A unidade será inaugurada pelo Governo de Mato Grosso no dia 19 de dezembro, em Cuiabá, e começará a atender a população a partir de janeiro de 2026, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os serviços do Hospital Central serão implementados em quatro etapas, que devem ocorrer entre janeiro e abril.

“O foco do Hospital Central será atender os casos mais graves: as demandas de alta complexidade, sobretudo aquelas que demandam a transferência do paciente para outros estados. O Governo de Mato Grosso investiu para que esse hospital tenha autonomia na realização de procedimentos complexos na área da saúde e tenha o que há de mais moderno em infraestrutura. Essa foi uma determinação do governador Mauro Mendes, para que a população tenha o atendimento de qualidade que merece”, confirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Segundo o secretário, os equipamentos de ponta adquiridos vão ser diferenciais no atendimento ao cidadão. Além de raio-x, tomografia e ressonância, o hospital contará com um robô cirúrgico que permitirá a realização de cirurgias menos invasivas para o paciente e mais precisas para o cirurgião.

Cabe destacar que o Hospital Central será administrado pelo Einstein Hospital Israelita e que a unidade ofertará atendimentos gratuitos, pelo SUS.

“O Einstein, que vai gerir esse hospital, contratou médicos especialistas preparados para atender a população com excelência. No futuro, a unidade ainda deverá ser habilitada para realizar transplantes, aumentando o número de procedimentos no Estado”, concluiu.

Saiba mais sobre o hospital

O Hospital Central ficou 34 anos com as obras inacabadas, mas teve a construção retomada pela atual gestão do Governo do Estado. A estrutura foi ampliada de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída para atender demandas de alta complexidade.

A unidade terá 287 leitos totais, sendo 78 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 18 leitos semi-intensivos, 180 de enfermaria e 11 de isolamento. A estrutura ainda contará com dez salas cirúrgicas, inclusive com a realização de cirurgias robóticas e duas salas de hemodinâmica para realizar procedimentos minimamente invasivos, como cateterismo cardíaco e angioplastia.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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