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Agronegócio

Importância da Irrigação no Mato Grosso para a Produção e Outras Culturas

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O Deputado Dilmar Dal Bosco destacou a relevância da irrigação no estado do Mato Grosso, enfatizando seu papel crucial na produção agrícola, especialmente no cultivo de feijão e outras culturas. Segundo o deputado, o Mato Grosso é um estado privilegiado com abundantes recursos hídricos, o que contribui significativamente para o desenvolvimento da agricultura e, consequentemente, para a alimentação da população brasileira.

Dal Bosco afirmou: “Somos um estado rico, produtivo e que tem água em abundância, ajudando o desenvolvimento brasileiro, a agricultura na sua alimentação”. Ele ressaltou que a generosidade dos recursos hídricos do Mato Grosso é um dos maiores patrimônios naturais do estado. Os rios que cortam a região oferecem uma enorme capacidade para a implementação de projetos de irrigação, essenciais para a maximização da produtividade agrícola.

Especificamente sobre o cultivo de feijão, o deputado mencionou o papel fundamental da Associação dos Produtores de Feijão, Trigo e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir). “Podemos sim, trabalhar com projetos de irrigação, desde que, com projetos desenvolvidos, especificamente falando do feijão, através da Aprofir, que estão desempenhando um grande papel para entregar ao governo do estado e Assembleia Legislativa, para que possamos tentar acelerar e melhorar nossa produtividade com irrigação”, afirmou Dal Bosco.

O deputado concluiu ressaltando que, com os projetos certos e o apoio das entidades responsáveis, o estado pode não apenas melhorar sua própria produção agrícola, mas também contribuir de maneira significativa para o desenvolvimento da agricultura em todo o Brasil. A eficiência e eficácia na utilização dos recursos hídricos através de técnicas modernas de irrigação são vistas como estratégias essenciais para alcançar esses objetivos.

Em resumo, a visão de Dilmar Dal Bosco sublinha a importância da irrigação para a agricultura no Mato Grosso, destacando a riqueza natural do estado e o potencial para aumentar a produtividade agrícola através de projetos bem estruturados e apoiados por organizações como a Aprofir.

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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