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Iphan nega ter aprovado PPCub analisado pela CLDF

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Iphan nega ter aprovado PPCub analisado pela CLDF
Redação GPS

Iphan nega ter aprovado PPCub analisado pela CLDF

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) negou, nesta quarta-feira (19), ter aprovado o texto do Plano de Preservação do Conjunto Urbanística de Brasília ( PPCub ), previsto para ser votado na Câmara Legislativa (CLDF).

Em nota divulgada pelo Metrópoles , o presidente do órgão, Leandro Grass, esclareceu que a responsabilidade pela proposta em tramitação na Câmara Legislativa é do Governo do Distrito Federal (GDF).

Segundo Grass, o Iphan atua apenas como órgão consultivo e não possui poder de controle urbano sobre as ações do GDF. Ainda de acordo com a nota, as emendas feitas pelos parlamentares ao projeto não foram analisadas pelo instituto, que ressalta a importância da sociedade e dos órgãos de controle administrativo no acompanhamento do processo.

O PPCub, que está previsto para ser votado nesta quarta-feira (19) na CLDF, propõe a autorização de moradias em hotéis e apart-hotéis no Setor de Clubes Esportivos Sul. Com capacidade para abrigar até 20 mil pessoas em 5 mil apartamentos, a região poderá sofrer impactos no trânsito e no Lago Paranoá, que integra o Patrimônio da Humanidade tombado.

Além disso, o PPCub prevê a criação de um lote de 331,5 mil metros quadrados no Setor de Clubes Esportivos Sul, o que levanta preocupações sobre as possíveis mudanças na ocupação territorial do Plano Piloto.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF justifica a flexibilização de usos e atividades como forma de acompanhar as transformações urbanas, mas ressalta a importância da preservação das características fundamentais da região.

A Seduh afirma que os usos e atividades serão analisados e aprovados pelos órgãos de preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília, incluindo o Iphan. O projeto continua sendo alvo de debates e discussões na capital federal.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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