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MATO GROSSO

Judiciário de Mato Grosso avança no mapeamento de competências e inicia ciclos de palestras

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Ter uma leitura mais precisa do que cada unidade realiza, identificar lacunas e orientar decisões com base em dados concretos. Esse é o resultado esperado do mapeamento por competências que começa efetivamente neste mês de abril no Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) e que deve contribuir positivamente com a organização do trabalho, a gestão de pessoas e o planejamento institucional dos próximos anos.

Na prática, a iniciativa permite entender onde estão as competências já consolidadas, onde há sobrecarga, onde há lacunas e como direcionar melhor as ações institucionais com mais clareza, padronização e menos retrabalho, conectando pessoas, atividades e necessidades do Judiciário.

Palestras organizam início do processo

A primeira etapa será conduzida por meio de palestras que preparam as unidades para as oficinas de mapeamento. Esses encontros apresentam o método, alinham conceitos e orientam a participação das equipes. A primeira palestra ocorre em 13 de abril, abrindo o 1º ciclo do trabalho. Na sequência, têm início as oficinas, que seguem até julho e devem alcançar centenas de unidades do PJMT.

O processo foi organizado em etapas para garantir participação estruturada das unidades:

1ª palestra – 13/04 (1º ciclo)

Oficina 1: 27 e 28 de abril

Oficina 2: 4 e 5 de maio

2ª palestra – 23/04 (2º e 3º ciclos)

Oficina 3: 7 e 8 de maio

Oficina 4: 14 e 15 de maio

3ª palestra – 04/05 (4º e 5º ciclos)

Oficina 5: 18 e 19 de maio

Oficina 6: 21 e 22 de maio

4ª palestra – 11/05 (6º e 7º ciclos)

Oficina 7: 25 e 26 de maio

Continuidade dos trabalhos

O início das palestras e oficinas dá sequência à fase de sensibilização realizada em março, quando magistrados(as), gestores(as) e servidores(as) tiveram o primeiro contato com o modelo de gestão por competências e o dimensionamento da força de trabalho.

O projeto é desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), responsável pela condução técnica da metodologia, e prevê a construção participativa dos perfis profissionais a partir da realidade das unidades.

Base para decisões futuras

Além do levantamento, o mapeamento por competências estrutura uma base permanente de informações sobre o funcionamento do Tribunal.

Os dados levantados devem apoiar desde a distribuição de atividades até ações de capacitação, movimentação de pessoas e aprimoramento dos fluxos de trabalho.

É um processo que começa agora, com participação das unidades, e que tende a orientar, de forma mais objetiva, os próximos passos da gestão de pessoas no TJMT.

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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