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La Gatto pede à Justiça para Thiago Schutz ficar 200 metros distante

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Coach Thiago Schutz é investigado por ameaçar a atriz e roteirista Lívia La Gatto de morte nas redes sociais
Montagem iG / Imagens: reprodução / Instagram @livialagatto e manualredpill

Coach Thiago Schutz é investigado por ameaçar a atriz e roteirista Lívia La Gatto de morte nas redes sociais

Lívia La Gatto entrou com um pedido na Polícia Civil de São Paulo  para que Thiago Schutz fique, no mínimo, 200 metros distante e não dirija a palavra a ela. O coach e influenciador digital investigado por ameaçar matar a atriz e roteirista pelas redes sociais.

A atriz prestou depoimento na delegacia nesta semana após registrar um boletim de ocorrência contra o influenciador . Até a publicação desta matéria,  a Justiça não havia decidido se concedeu o pedido de Lívia, que também realizou outras solicitações judiciais. Veja:

  • Thiago ou algum representante dele não possa entrar em contato com Lívia;

  • Coach deve manter distância da atriz e seus parentes e que não seja menor de 200 metros;

  • suspensão de eventual porte de arma e apreensão do equipamento (Thiago nega que possua alguma);

  • suspensão e apreensão do passaporte dele;

  • proibição de mencionar Lívia nas redes sociais.

Entenda o caso

Em fevereiro, Lívia postou um vídeo que viralizou nas redes sociais debochando de conteúdos de homens que têm discurso de ódio contra mulheres. Na gravação, ela ironiza Thiago Schutz , mas não cita o nome dele. 

Vídeo publicado por Lívia La Gatto nas redes sociais
Reprodução / Instagram – 13.02.2023

Vídeo publicado por Lívia La Gatto nas redes sociais

Depois disso, ela passou a receber ameaças do influenciador e, nesse período, ela afirmou ter recebido mais de dez ligações dele — as quais não atendeu — pelo Instagram.

Atriz disse que Thiago Schutz ligou para ela mais de 10 vezes
Reprodução / Instagram

Atriz disse que Thiago Schutz ligou para ela mais de 10 vezes

La Gatto, então, tornou pública a ameaça nas redes sociais e também registrou um boletim de ocorrência na delegacia, onde fez a representação criminal contra Thiago para que a polícia pudesse abrir inquérito e investigar o caso.

“A finalidade das medidas protetivas é diferente das cautelares criminais tradicionais. Enquanto as cautelares visam garantir o processo e ajudar na apuração do crime, as protetivas buscam proteger a própria integridade da vítima, em outras palavras, os direitos humanos mais básicos”, disse Carolina Soares, advogada de Lívia ao G1. “Entretanto, nesse caso, as cautelares foram requeridas com o fim de proteção da vítima e, portanto, gerando efeitos semelhantes à protetiva.”

Depois da repercussão, o influenciador publicou um vídeo de defesa , dizendo não ter usado a palavra “bala” no sentido literal, quando mandou a mensagem para La Gatto.

“Quando eu uso a palavra ‘bala’, não é no sentido literal. Para deixar isso bem claro para todo mundo”, disse ele na gravação.

“‘Mete bala’, ‘mete marcha’, ‘soca o pau’, ‘vamo embora’, no sentido de vamos resolver essa questão. Essa questão precisa ser resolvida. É processo ou bora, vamos de outra forma. Esse é um ponto importante. Na sequência, eu faço algumas ligações nas quais eu não fui atendido”, acrescentou.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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