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LIDE Israel emite nota de repúdio sobre fala de Lula

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Ministro descarta pedido de desculpas de Lula a Israel
Ricardo Stuckert / PR

Ministro descarta pedido de desculpas de Lula a Israel

Nesta quarta-feira (21), o Grupo de Líderes Empresariais de Israel, o LIDE Israel, emitiu uma nota de repúdio as falas do presidente da República, Luiz Inácio da Silva (PT) , que compara os ataques em Gaza ao Holocausto. Segundo o documento emitido pelo grupo, as falas são “equivocadas” e as “consequências diplomáticas das declarações estão sendo drásticas.”

O LIDE Israel afirma “repudia a infeliz declaração do Presidente Lula comparando as ações militares de Israel contra o Hamas com as atrocidades de Hitler e dos Nazistas no Holocausto.”

Segundo o grupo, “esta situação pode impactar na cooperação empresarial e nos investimentos entre Israel e o Brasil”.

“O LIDE Israel continuará com o seu propósito de construção de novas pontes empresariais entre o Brasil e Israel, para fortalecer a relação entre os dois países”, finaliza o grupo.

Durante coletiva de imprensa no encerramento de sua viagem pela África neste domingo (18), o presidente Lula falou que “o que está acontecendo na Faixa de Gaza não é uma guerra, mas um genocídio” e fez referência às ações do ditador nazista Adolf Hitler contra o povo judeu.

“O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino não existiu em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu. Quando Hitler resolveu matar os judeus”, disse o mandatário.

Leia a nota completa:

“O LIDE Israel repudia a infeliz declaração do Presidente Lula comparando as ações militares de Israel contra o Hamas com as atrocidades de Hitler e dos Nazistas no Holocausto.
O Presidente Lula disse também, de forma totalmente equivocada, que ‘é uma guerra entre um exército altamente preparado e mulheres e crianças’.
As consequências diplomáticas das declarações do Presidente Lula estão sendo drásticas.
Esta situação pode impactar na cooperação empresarial e nos investimentos entre Israel e o Brasil.
O LIDE Israel continuará com o seu propósito de construção de novas pontes empresariais entre o Brasil e Israel, para fortalecer a relação entre os dois países.”

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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