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Líder do União Brasil diz que partido não vai dizer ‘amém’ a Lula

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Elmar Nascimento é líder do União Brasil na Câmara
Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

Elmar Nascimento é líder do União Brasil na Câmara


O deputado federal Elmar Nascimento (BA), líder do União Brasil na Câmara, disse nesta terça-feira (13) que o partido quer ajudar o governo Lula (PT), mas que não vai concordar com todos os projetos. A fala foi feita em entrevista para o canal pago GloboNews.

“A nossa expectativa é de colaborar, mas não significa dizer amém para todos os projetos. Tudo tem que ser na base do diálogo, como fizemos com o arcabouço [fiscal]”, explicou o parlamentar.

Nos últimos dias, Lula tem debatido com aliados mudanças nos seus ministérios. Ele vai retirar a ministra Daniela Carneiro do Turismo para colocar Celso Sabino (União Brasil-PA) no cargo. Juscelino Filho (União Brasil-MA), Alexandre Padilha (PT-SP) e Rui Costa (PT-BA) também correm riscos de serem exonerados.

O União Brasil cobra publicamente mais espaço no governo federal para devolver com votos na Câmara. Atualmente, a legenda diz que tem apenas dois ministérios, já que Daniela pediu desfiliação da sigla para se transferir ao Republicanos.

Daniela Carneiro não será mais ministra do Turismo

Na manhã de hoje, Daniela e seu esposo, o prefeito Waguinho, se reuniram com Lula. O presidente explicou que vai retirá-la do Ministério do Turismo, mas agradeceu os serviços prestados pela ministra e garantiu que a saída será feita de maneira honrosa.

O petista ainda disse que permitirá que Waguinho indique aliados para cargos no governo, além de receber recursos para Belford Roxo.

Elmar Nascimento não falou sobre a reunião, mas garantiu que não tem nada contra Daniela. Ele apenas ressaltou que a ministra deixou o União Brasil e, por conta disso, é impossível ser representante da bancada do partido no ministério.

“Tenho carinho pela Daniela, mas é um fato que ela pediu desfiliação do partido. Fica confuso ela representar o nosso partido no 1º escalão saindo do partido. Pode ser da cota pessoal do Lula, do partido, não”, concluiu.


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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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