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Lula critica ataques em Gaza, mas apela pela liberação de reféns

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Fernando Frazão/Agência Brasil – 07/12/2023

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou como “humanamente impossível de aceitar” os ataques que provocaram a destruição de Gaza. A declaração foi dada no sábado (23), durante um almoço com os repatriados palestinos.

Lula lembrou os registros de crianças e mulheres mortas no conflito contra Israel e criticou a destruição de casas, hospitais e outros monumentos palestinos.

“Quero dizer para vocês que não é possível aceitar o que está acontecendo”, afirmou.

“Não é possível tanta morte de mulheres, de tantas crianças, a destruição de todo patrimônio que foi construído pelo povo palestino”, concluiu Lula.

O petista voltou a defender a criação do Estado Palestino, mas apelou para a libertação de reféns israelenses que estão sob o poder do Hamas.

“Há muito tempo defendo a criação de um Estado palestino e continuamos brigando na ONU para que seja construído o Estado palestino e que os dois povos possam viver em paz”, disse.

Os ataques começaram no dia 7 de outubro, quando o Hamas enviou mísseis e militares para Israel. Mais de 200 pessoas foram sequestradas no dia.

O exército de Benjamin Netanyahu respondeu às agressões, mas manteve um alto nível de bombardeio na Faixa de Gaza. Segundo o Ministério da Saúde palestino, controlado pelo Hamas, mais de 20 mil pessoas morreram em Gaza.

Os dois países negociaram uma trégua para a liberação dos reféns e a passagens de palestinos para o Egito. Entretanto, os bombardeios foram retomados, mesmo após uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pedindo a cessão dos ataques para a entrada de ajuda humanitária aos palestinos.

No encontro com repatriados, Lula garantiu que fará novas rodadas para a retirada de brasileiros e parentes da Palestina à medida que novas listas forem liberadas.

“Enquanto tiver alguém na Faixa de Gaza querendo voltar para o Brasil, nós estaremos à disposição para esses casos”, afirmou o petista.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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