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BRASIL

Lula fala em endividamento como consequência de crescimento do país

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Fernando Frazão/Agência Brasil – 07/12/2023

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O presidente Lula (PT) disse hoje que, se necessário, pode aumentar a dívida pública para viabilizar os investimentos e, consequentemente, o crescimento do país. A fala aconteceu durante o segundo encontro do Conselhão hoje (12) no Planalto.

O presidente tem insistido que 2024 será um ano de investimentos, mesmo em meio ao debate de meta fiscal de déficit zero e com dispositivos do novo arcabouço fiscal. De olho no Novo Plano de Aceleraçao do Crescimento (PAC), já deu aval para os ministros serem “bons gastadores”, sem deixar dinheiro no caixa, com intuito de a economia girar.

Durante o encontro, Lula voltou a criticar os discursos anti-investimentos, que ele se recusa a chamar de “gastos”. Segundo o presidente, historicamente os governos costumam dizer que tudo é “muito caro” e, portanto, não pode ser feito.

“É decisão política, não é decisão de mercado. Não é apenas uma questão fiscal, é a gente neste conselho discutir que país a gente quer […] para a próxima década. Porque, se for necessário fazer um endividamento para esse país crescer, qual é o problema? Qual é o problema de você fazer uma dívida para produzir ativos para este país?”

Ministério da Fazenda

As declarações de Lula não estão totalmente desalinhadas ao ministro Fernando Haddad, mas causa preocupação no Ministério da Fazenda.

A equipe econômica tem interado a importância sobre déficit zero e busca tentar apertar os cintos da máquina pública. Na visão de Haddad, só é possível haver mais gastos (ou investimentos) se houver mais arrecadação.

O Projeto de Lei (PL) que taxa as apostas esportivas é uma das grandes tentativas do governo em aumentar a arrecadação de 2024. O texto base foi aprovado nesta terça-feira (12).

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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