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BRASIL

Lula volta ao Brasil após cumprir agenda na Europa

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Lula voltou ao Brasil neste sábado (24)
Ricardo Stuckert

Lula voltou ao Brasil neste sábado (24)


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao Brasil no fim da tarde deste sábado (24) após uma viagem oficial de cinco dias para a Europa. Ele viajou para o continente em três oportunidades desde que assumiu o terceiro mandato. O petista desembarcou no aeroporto e depois foi para o Palácio da Alvorada.

“Voando para o Brasil. Retorno muito feliz com os encontros importantes que tivemos na Itália e França para retomarmos relações entre nossos países e pensarmos sobre o futuro”, escreveu Lula em seu perfil no Twitter. Ele não tem nenhum evento previsto para domingo (25).

Lula viajou para a Europa na segunda (19) para cumprir agendas na Itália e na França. Ele se reuniu com o presidente da Itália, Sergio Mattarella, Papa Francisco e o presidente frânces, Emmanuel Macron.

Lula opina sobre crise entre mercenários e Putin na Rússia

Antes de deixar a França, Lula conversou com jornalistas e falou sobre a crise entre mercenários do grupo Wagner e o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

“Não, eu não posso falar. Lamentavelmente eu não posso falar porque eu não tenho as informações necessárias para te falar. Eu, quando chegar ao Brasil, que eu me informar de tudo o que aconteceu ontem, que tiver várias informações, aí eu posso te falar, mas agora seria chutar, sabe, de forma precipitada uma informação que eu não tenho. Eu ouvi dizer, mas não tenho informação e eu pretendo não falar de uma coisa tão sensível sem ter as informações necessárias”, afirmou em coletiva de imprensa na França.

“Eu não sei o tamanho da rebelião. Eu só estou te pedindo o seguinte: quem sabe quando eu voltar para o Brasil, no dia seguinte eu já tenha todas as informações possíveis porque eu vou conversar com muita gente a respeito ‘dessa chamada rebelião'”, acrescentou.

Lula explica cancelamento de reunião com príncipe

Lula explicou porque cancelou a reunião que teria com o príncipe da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, na sexta (23), em Paris. O petista relatou que cancelamento não tem nada a ver com as joias dadas pelo governo saudita para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“O que eu sabia é que havia uma proposta de ter uma reunião com o príncipe da Arábia Saudita que queria discutir investimentos no Brasil. E eu quero conversar com todas as pessoas que querem fazer investimento no Brasil, até porque eu quero saber qual é a qualidade do investimento que as pessoas querem fazer”, explicou.

“Eu simplesmente não tive condições de participar da reunião, ou seja, e vou pedir para que o Itamaraty o convoque para ir ao Brasil discutir negócios com os empresários brasileiros. Sabe, nós temos muito interesse em que a Arábia Saudita faça investimento no Brasil, sobretudo na questão da transição energética, porque nós vamos apresentar um grande projeto ainda neste mês de julho”, acrescentou.

Um dos repórteres insistiu na questão do príncipe árabe. Uma das perguntas foi se o jantar cancelado tinha alguma relação com a polêmica das joias dadas para Michelle Bolsonaro.

“Eu não estou preocupado com as joias, não estou preocupado porque isso não é comigo. Eu estou preocupado o seguinte: se tiver empresários da Arábia Saudita que queiram fazer investimento no Brasil, o Brasil terá interesse em receber esses empresários, seja através do Ministério da Indústria e Comércio, seja através dos nossos empresários, e conversar da forma mais civilizada possível, com interesse que é inerente ao povo brasileiro, porque nós precisamos fazer a economia brasileira crescer”, respondeu Lula.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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