Elaine Esteves foi morta na madrugada deste domingo (11)
O marido de Elaine Esteves , morta na madrugada deste domingo (11) baleada por policiais civis após colidir com uma viatura na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro , disse que não entende o porquê do carro do casal ter sido alvo de tiros dos policiais. As informações são do g1.
Segundo Carlos André, ele e a esposa fugiam de outro carro que estava os perseguindo após um suposto acidente de trânsito, que ambos disseram não ter notado. Quando entraram na Avenida Brasil , o carro do casal bateu na traseira de uma viatura da Delegacia de Homicídios, que passava em comboio com outros veículos da unidade da Polícia Civil .
O homem conta que tranquilizou a esposa após a colisão, pois haviam batido em um carro da polícia e, na cabeça dele, pelo menos estavam protegidos da perseguição anterior.
Em seguida, Carlos André e Elaine pararam o carro – o que, para ele, não abria precedentes para que a polícia atirasse contra eles. No entanto, quando chegaram na altura de Barros Filho, na Zona Norte do Rio eles começaram a ouvir o barulho de tiros. No total, quatro balas atingiram o veículo do casal, e um deles acertou as costas da mulher.
“Como eu vou falar para as filhas delas que eu não consegui salvar a mãe dela”, disse o agora viúvo, muito emocionado.
Outro acidente
No caminho pela Estrada da Água Branca, um homem em outro veículo parou ao lado do casal e pediu que encostassem porque haviam batido no carro dele.
Segundo Carlos André, nem ele, nem a mulher notaram o acidente e ficaram com medo de parar, às 3h da manhã, e resolveram acelerar.
O outro carro começou a os perseguir e, de acordo com Carlos André, bateu na traseira deles de propósito. Durante a fuga, ele de Elaine disse ter perdido o controle em uma curva ao chegar na Avenida Brasil, Foi quando bateu no comboio da DH.
Em nota, a Polícia Civil afirma que o carro estava “em fuga” e citou a proximidade com a comunidade de Parada de Lucas. Segundo a polícia, os tiros foram dados para “interromper a investida repentina e violenta”.
O que diz a Polícia Civil
Caso é investigado pela Polícia Civil. Veja abaixo a nota:
“A Delegacia de Homicídios da Capital – DHC, informa que, durante os trabalhos ordinários realizados pelo Grupo Especial de Local de Crimes-GELC, nesta madrugada do dia 11/08/2024, por volta das 03h30min, a equipe de policiais foi surpreendida por uma colisão, na qual um veículo em fuga atingiu uma das viaturas do comboio policial, na Avenida Brasil, próximo ao Trevo das Margaridas, nesta cidade, ao lado de um dos acessos da comunidade de Parada de Lucas.
Os policiais efetuaram disparos de arma de fogo para interromper a investida repentina e violenta do veículo contra o comboio.
Após estabilização da situação, os agentes constataram que uma pessoa do sexo feminino teria sido alvejada. Imediatamente, acionaram o socorro médico, porém a mesma não resistiu aos ferimentos e veio a óbito ainda na localidade.
Apurou-se que o veículo que colidiu com a viatura da polícia estava em fuga, tendo em vista que se envolvera, momentos antes, numa outra colisão de trânsito.
Todos os envolvidos na ocorrência foram conduzidos para a Delegacia de Homicídios, e a CGPol, de imediato, acionada para conduzir as investigações.
A perícia de local foi realizada por uma equipe de peritos do ICCE/Sede.”
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!