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POLÍTICA

Max Russi diz que fará presidência de diálogo e harmonia com os poderes

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Em coletiva à imprensa, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), que assumiu o comando da ALMT para o biênio 2025/2027, afirmou que fará uma presidência de “diálogo”, um Parlamento de “portas abertas” e em harmonia com os demais poderes. Max Russi também quer aproximar mais o cidadão da Assembleia Legislativa.

“Vou fazer uma presidência de diálogo…abertas as portas da Assembleia, mas trabalhando em harmonia com os poderes. Acho que essa harmonia, esse interesse por parte de todos os poderes no desenvolvimento de Mato Grosso vem dando certo, vem trazendo resultados positivos”, disse Russi.

“O governador acabou de mostrar os números do que está acontecendo no Estado de Mato Grosso e eu tenho certeza de que esses números são fruto do papel do Judiciário, do Legislativo juntamente com o Poder Executivo”, destacou.

O presidente da ALMT disse que será o presidente municipalista. “Sou um deputado que já fui vereador, prefeito e serei um presidente municipalista. Os problemas do cidadão estão nos municípios. Precisamos cada vez mais dar apoio e o Estado estar presente apoiando”.

Questionado, Russi descartou mudanças significativas na Casa de Leis por conta da posse da nova Mesa Diretora. “Não tem mudança significativa, o Parlamento estadual tem trabalhado muito nos últimos anos. Eu participei com o deputado Botelho da Mesa Diretora, da condução dessa Casa. Essa Casa tem oferecido um trabalho importante para a sociedade por parte de todos os seus deputados”, observou.

“Espero, na minha presidência, também poder fazer esse papel: abrir as portas, levando cada vez a Assembleia pra perto do cidadão e fortalecendo o trabalho de todos os deputados. Dessa forma vai ser o meu trabalho como presidente: um gabinete aberto ao diálogo, aos problemas de Mato Grosso”.

BRT

Sobre as obras do modal BRT, que estão paralisadas na Capital, o presidente da Assembleia Legislativa adiantou que espera providências do governo do estado para a continuidade das obras. “Confesso que nem a Assembleia Legislativa, nem o deputado Max está feliz com o andamento das obras. Esperamos que o Poder Executivo tome todas as providências no sentido de fazer com que essa obra avance. É lógico que uma rescisão de contrato precisa ser muito bem pensada, porque qualquer coisa nesse sentido pode dificultar e atrasar ainda mais essas obras”, declarou

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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