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MDB e União Brasil se unem para frear força de Tarcísio em SP

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Governador Tarcísio Freitas
Rodrigo Costa/Alesp

Governador Tarcísio Freitas


O União Brasil e o MDB decidiram se unir em São Paulo para frear a força do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). Os dois partidos pretendem estarem juntos em boa parte dos municípios do estado para fortalecer uma possível candidatura de Rodrigo Garcia em 2026.

A ideia é apostar em nomes populares em grandes metrópoles e figuras novas em cidades pequenas, sempre com o discurso de “nova política” ou “nem Bolsonaro e nem Lula”, apresentando-se como uma terceira via.

Um dos exemplos do trabalho feito pelas duas siglas é a parceria entre Itamar Borges (MDB-SP) e Geninho (União Brasil-SP). Os dois são vistos como favoritos para formarem uma chapa em São José do Rio Preto, tendo o apoio de Edinho Araújo (MDB-SP), atual prefeito.

Eles serão os grandes financiadores de candidaturas ao Executivo em cidades do Noroeste paulista. O objetivo é ter o maior número de prefeituras e, consequentemente, barrar a força de Tarcísio.

Em 2026, as duas legendas tentarão ao máximo fazer com que Rodrigo Garcia concorra novamente ao cargo de governador. O ex-vice de João Doria pode até deixar o PSDB e retornar ao União Brasil para tentar voltar ao Palácio dos Bandeirantes.

Porém, neste primeiro momento, lideranças dos dois partidos não querem citar usar Garcia como cabo eleitoral para não criar rejeição em torno dos futuros candidatos a prefeito.

Pesquisas internas mostram que o bolsonarismo segue forte no interior de São Paulo e, qualquer ‘ameaça’ contra o poder do ex-presidente, a tendência é que o grupo enfrente seus adversários mexendo com suas bases.

Mas tanto MDB quanto União Brasil acreditam que, caso façam um grande número de prefeituras e realizem bons trabalhos, eles podem aumentar a popularidade de Garcia até a chegada de 2026.

Por isso o discurso que será usado entre os candidatos das duas siglas é: nova política, ser diferente, geração de emprego e terceira via.


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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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