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BRASIL

Ministra da Cultura promete apoio federal ao Carnaval

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A ministra da Cultura, Margareth Menezes anunciou hoje (19) que o Ministério da Cultura e o governo federal vão apoiar o carnaval nas diferentes partes do Brasil, descentralizando leis de fomento e estimulando empresas e a sociedade a investirem mais na cultura via leis de incentivo. Depois de acompanhar a abertura dos carnavais de Salvador e Recife, a ministra fez um pronunciamento no início da noite deste domingo no Rio de Janeiro, onde vai acompanhar a primeira noite do desfile das escolas de samba do Grupo Especial.

“Firmamos compromisso de que, a partir de agora, iremos buscar cada vez mais sensibilizar as empresas e a sociedade para perceber as vantagens de investir na cultura do país. Viabilizaremos ações que façam chegar os recursos necessários. A descentralização das leis de fomento à cultura e o diálogo que estabeleceremos com as empresas para cativar mais apoio e investimento em ações no setor cultural já são metas traçadas no ministério”.

A ministra destacou que as leis de incentivo à cultura cumprem um papel fundamental no carnaval, e que as escolas de samba teriam muita dificuldade em organizar seus desfiles sem elas. Margareth Menezes anunciou que Mangueira e Unidos da Tijuca apresentaram projetos para receber apoio federal via lei de incentivo, e receberão recursos. 

“A partir do próximo ano, queremos estender essa possibilidade de apoio às mais diversas regiões do país”, disse ela, que defendeu a importância econômica do carnaval.

“Não se trata absolutamente apenas de um momento de distração do povo. Há muito tempo o carnaval brasileiro já mostrou a que veio. O nosso carnaval é uma grande plataforma de oportunidades de trabalho e um vetor de geração de empregos e renda muito maior do que podemos imaginar”. 

A ministra disse que o carnaval cumpre um papel importante no reconhecimento da cultura e da identidade brasileira mundo afora, e que é preciso tirar maior proveito disso. Ao fim de seu pronunciamento, ela aproveitou para cantar um dos mais famosos sambas-enredos do carnaval do Rio de Janeiro, “É Hoje”, composto para o desfile de 1982 da União da Ilha do Governador. 

“A minha alegria atravessou o mar/ E ancorou na passarela / Fez um desembarque fascinante / No maior show da Terra. Viva o Carnaval do Rio de Janeiro!”

Embratur

O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, também participou do evento e defendeu que o desenvolvimento do Brasil não pode abrir mão de sua cultura e da alegria do carnaval, potencial em que poucos países do mundo se equiparam ao Brasil.

“O carnaval é um momento de celebração da vida, onde o povo brasileiro vai recuperar a alegria. São dois anos de pandemia e quatro anos da destruição de qualquer projeto cultural no país, fazendo muito mal à imagem do Brasil lá fora e ao nosso espírito aqui dentro”, disse. “Esse é o primeiro carnaval depois da pandemia e depois do pandemônio, e a gente terá a chance de fazer o carnaval mais bonito da nossa história, porque a gente merece”. 

Freixo ressaltou que o carnaval gera ganhos aos empresários do setor hoteleiro e de serviços, e também para trabalhadores autônomos como taxistas e ambulantes. 

“Graças à ciência, graças à vacina, graças aos profissionais de saúde, a gente está vivo e a gente vai para o carnaval, porque carnaval é vida, é emprego, é emprego, é trabalho, é renda, é desenvolvimento e é isso que o Brasil precisa”. 

A secretária de estado de cultura e economia criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros, agradeceu a presença da ministra no carnaval carioca e disse que estado e município vinham trabalhando sem apoio federal na promoção do carnaval. 

“Nos últimos anos, a gente tem feito carnaval sozinho no Rio de Janeiro. Só a prefeitura e o governo do estado. E é uma festa grande demais para ficar só na mão da prefeitura e do governo do estado. Estava faltando uma mão. E a sua presença aqui é um aceno de que essa mão chega para nos ajudar, e que no ano que vem a gente tem a certeza de que vai fazer carnaval junto com o Ministério da Cultura, e entregar um carnaval ainda muito mais potente, se é que isso é possível”.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Geral

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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