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Ministros são convidados pelo Senado para discutir comissões

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Vista do Congresso Nacional
Pedro França/Agência Senado

Vista do Congresso Nacional

As Comissões do Senado aprovaram um convite a 12 ministros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para que seja apresentados os planos de trabalho para os próximos dois anos. A medida foi aprovada nesta terça-feira (14).

Ao todo, a CI (responsável por Serviços de Infraestrutura) convocou 8 ministros, a CDR (Desenvolvimento Regional) convocou 6 ministros e a CE (Educação, Cultura e Esporte), convidou 3 ministros. Vale ressaltar que alguns deles foram chamados para mais de um colegiado.

O presidente do CDR Marcelo Castro (MDB-PI), disse que o o ministro Renan Filho se colocou a disposição para apresentar primeiro as informações.

Os ministros convocados pela CI foram: 

  • Renan Filho (Transportes);
  • Márcio França (Portos e Aeroportos);
  • Waldez Góes (Integração e do Desenvolvimento Regional);
  • Jader Filho (Cidades);
  • Simone Tebet (Planejamento e Orçamento);
  • Alexandre Silveira (Minas e Energia);
  • Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação);
  • Juscelino Filho (Comunicações).

Já o CDR convidou:

  • Renan Filho (Transportes);
  • Márcio França (Portos e Aeroportos);
  • Waldez Góes (Integração e do Desenvolvimento Regional);
  • Jader Filho (Cidades);
  • Simone Tebet (Planejamento e Orçamento);
  • Daniela Carneiro (Turismo).

Por fim, o CE chamou:

  • Margareth Menezes (Cultura);
  • Ana Moser (Esporte);
  • Camilo Santana (Educação).

Além disso, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou que o presidente do Banco Central se apresente para explicar a taxa básica de juros em 4 de abril.

Vale ressaltar que Campos Neto já havia se posto à disposição para comparecer ao colegiado, para assim tirar a força das reclamações acerca dos efeitos da taxa Selic. Os aliados do presidente da República dizem que o aumento dos juros frearão o crescimento econômico.

Além de Campos Neto, a CAE aprovou o convite para cinco ex-diretores da Americanas, para o presidente da Febraban, Isaac Sidney, e ao presidente da CVM, João Pedro Nascimento. O encontro deverá acontecer no dia 28 de março para que seja explicado as questões contábeis da empresa.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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