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Morre, aos 49 anos, Eliseu Neto, ativista do movimento LGBTQIA+

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Morre, aos 49 anos, Eliseu Neto, ativista do movimento LGBTQIA
Caio Barbieri

Morre, aos 49 anos, Eliseu Neto, ativista do movimento LGBTQIA

Ativista pelos direitos da comunidade LGBTQIA+, Eliseu Neto morreu, nesta terça-feira (21), aos 49 anos. Conhecido por liderar a Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) no Supremo Tribunal Federal ( STF ), a qual resultou na equiparação da homofobia ao crime de racismo no Brasil, Eliseu também era reconhecido por sua atuação na luta pela derrubada da proibição de homossexuais na doação de sangue.

Diagnosticado com uma doença autoimune, o militante chegou a pedir ajuda financeira em suas redes sociais para custear o tratamento, porém, não resistiu. A informação foi confirmada pelo partido Cidadania, ao qual ele era filiado. A informação foi do portal Metrópoles . Não houve divulgação sobre a causa da morte.

Em nota nas redes sociais, o partido lamentou a perda precoce de Eliseu Neto e ressaltou a atuação dele como psicanalista, psicólogo, ativista e defensor dos direitos das pessoas LGBTQIA+.

“O Cidadania lamenta comunicar com profundo pesar a perda de forma precoce e irreparável do companheiro @eliseuneto, psicanalista, psicólogo, ativista e psicopedagogo, especialista em Orientação Profissional e defensor dos direitos das pessoas LGBTQIA+ e presidente do @diversidade23”, registrou a sigla.

A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) também prestou homenagens ao ativista, quando destacou a importância dele na luta pela igualdade de direitos e a não discriminação.

Nas redes sociais, diversas personalidades e internautas se manifestaram lamentando a morte de Eliseu Neto, onde destacaram a contribuição dele para a causa da diversidade e dos direitos humanos.

A vereadora e viúva de Marielle Franco, Monica Benicio (PSol-RJ), ressaltou a importância do ativista na formulação de leis de combate à homofobia no estado do Rio de Janeiro.

A coluna e o GPS se solidarizam com familiares, amigos e todos os ativistas que ecoaram as bandeiras erguidas por Eliseu Neto.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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