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Morre José Gregori, ex-ministro da Justiça de FHC, em São Paulo

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Ex-ministro José Gregori morre aos 92 anos, na capital paulista
Reprodução / JP News – 04.09.2023

Ex-ministro José Gregori morre aos 92 anos, na capital paulista

O ex-ministro da Justiça José Gregori morreu aos 92 anos, em São Paulo, nesse domingo (3). Ele era filiado ao PSDB e liderou a pasta durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Durante a gestão de FHC, ainda ocupou a Secretaria Nacional dos Direitos Humanos.

Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

Nas redes sociais, o presidente estadual do PSDB de São Paulo lamentou a morte do jurista. “Em nome do PSDB SP expresso nossos profundos sentimentos pela perda do ex-Ministro de FHC José Gregori. Uma das mais importantes referências da luta pelos direitos humanos e pelo estado democrático de direito no Brasil. Gigante que deixa uma trajetória brilhante de legado ao BR”, escreveu.



O velório acontece nesta segunda-feira (4), das 8h às 14h, na Funeral Home, no bairro da Bela Vista.

Outros políticos também se manifestaram. O vice-presidente Geraldo Alckmin disse que ele e a esposa, Lu Alckmin, estão “consternados com a notícia”.

“Estamos consternados com a notícia do falecimento do ministro José Gregori, com quem tive a honra de conviver como colega na Assembleia Legislativa de São Paulo. O Ministro Gregori é símbolo da luta pela democracia, pela legalidade e pelos direitos humanos no Brasil, ajudou a fincar as bases dessa luta. Lula e eu tivemos a alegria e o prestígio do seu apoio durante a campanha. Que Deus conforte a família e os amigos”, afirmou.

O deputado estadual Eduardo Suplicy (PT-SP) disse que Gregori deixa uma “história rica de empenho em favor dos Direitos Humanos”. “Árduo e incansável defensor da democracia, foi também um dos fundadores da Comissão Arns e presidente da Comissão Justiça e Paz”, afirmou. “Seu legado jamais será esquecido. Meus sentimentos aos familiares e amigos.”

O ministro de Estado dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, agradeceu Gregori pelos feitos em publicação. “Sua vida foi marcada por um firme compromisso com os direitos humanos e com a consolidação da democracia. Muito obrigado, José Gregori. Seu legado jamais será esquecido.”

*Em atualização

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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